Em Alta Copa do Mundo NotíciasAcontecimentos internacionaisPessoasPolíticaConflitos

Converse com o Telinha

Telinha
Oi! Posso responder perguntas apenas com base nesta matéria. O que você quer saber?

Deputados de Hong Kong barram proposta de direitos para casais do mesmo sexo

Deputados de Hong Kong rejeitam projeto de lei que garantiria direitos limitados a casais do mesmo sexo, gerando críticas da comunidade LGBTQIAPN+

Deputados de Hong Kong rejeitam projeto que concederia direitos a casais do mesmo sexo (Foto: Reprodução)
0:00
Carregando...
0:00
  • Os deputados de Hong Kong rejeitaram um projeto de lei que concederia direitos limitados a casais do mesmo sexo com uniões registradas no exterior.
  • A proposta previa garantias em questões médicas e legais, como visitas em hospitais e reivindicação de corpos.
  • O casamento igualitário não é legal na região, e a rejeição do projeto é vista como um retrocesso para os direitos LGBTQIAPN+.
  • A decisão ocorreu após uma exigência judicial em 2023 para a criação de um marco legal para casais LGBTQ.
  • A Anistia Internacional criticou a rejeição, destacando a falta de respeito pelos direitos da comunidade.

Os deputados de Hong Kong rejeitaram, nesta quarta-feira, um projeto de lei que visava conceder direitos limitados a casais do mesmo sexo que registraram suas uniões no exterior. A proposta, que gerou descontentamento na comunidade LGBTQIAPN+, previa garantias em questões médicas e legais, como a possibilidade de visitar um parceiro no hospital ou reivindicar o corpo do falecido.

O casamento igualitário não é legal em Hong Kong, e a rejeição do projeto representa um retrocesso significativo para os direitos LGBTQIAPN+ na região. A proposta foi apresentada após uma decisão judicial em 2023 que exigiu a criação de um marco legal para casais LGBTQ. No entanto, a maioria dos 89 deputados do Conselho Legislativo votou contra a iniciativa, que enfrentou forte resistência dos partidos pró-Pequim, que alegaram que o projeto feriria a visão tradicional de família.

Ativistas da comunidade expressaram frustração, afirmando que o texto oferecia apenas direitos restritos. Apenas uma dúzia de legisladores se manifestou a favor da proposta, embora associações LGBTQIAPN+ tenham apoiado a iniciativa, considerando-a um passo em direção ao reconhecimento de direitos. A Anistia Internacional criticou a decisão, destacando o “alarmante desprezo pelos direitos” da comunidade e classificando o resultado como um revés que evidencia a longa jornada que Hong Kong ainda precisa percorrer para garantir igualdade de direitos a todos.

Comentários 0

Entre na conversa da comunidade

Os comentários não representam a opinião do Portal Tela; a responsabilidade é do autor da mensagem. Conecte-se para comentar

Veja Mais