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Michelle critica vistoria da polícia que buscava Bolsonaro em Fusca escondido

Michelle Bolsonaro ironiza vistorias policiais em seu Fusca enquanto julgamento de Jair Bolsonaro avança com votos pela condenação

Foto: Reprodução
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  • A ex-primeira-dama Michelle Bolsonaro informou que seu Fusca foi revistado pela polícia devido às medidas cautelares impostas ao ex-presidente Jair Bolsonaro.
  • Em uma publicação no Instagram, ela ironizou a situação, questionando a lógica das vistorias.
  • As inspeções foram autorizadas pelo ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) Alexandre de Moraes e devem ser documentadas, com informações sobre veículos, motoristas e passageiros.
  • O julgamento de Jair Bolsonaro e outros réus, relacionados a uma suposta tentativa de golpe de Estado, começou na semana passada.
  • Até o momento, o placar está em dois votos a zero pela condenação, com expectativa de continuidade do julgamento nesta quarta-feira, dia dez.

A ex-primeira-dama Michelle Bolsonaro (PL) revelou que seu Fusca foi revistado pela polícia, em decorrência das medidas cautelares impostas ao ex-presidente Jair Bolsonaro (PL). Em uma publicação no Instagram, ela ironizou a situação, questionando a lógica das vistorias. “Vocês acham que na frente de um Fusca, onde fica o estepe, caberia um homem de 1,85m?”, disse, acrescentando que, com a atual situação, “daqui a pouco pedem para conferir o porta-luvas”.

As vistorias foram autorizadas pelo ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) Alexandre de Moraes, que determinou que a Polícia Penal do Distrito Federal realizasse inspeções em todos os veículos que saem da residência de Bolsonaro. Essa decisão inclui a documentação das vistorias, com informações sobre os veículos, motoristas e passageiros, que devem ser enviadas diariamente ao STF.

Julgamento em Andamento

O julgamento do ex-presidente e outros sete réus, envolvidos na suposta tentativa de golpe de Estado, começou na semana passada. Na sessão desta terça-feira (9), Moraes votou pela condenação de Bolsonaro e dos demais acusados. O ministro Flávio Dino acompanhou o relator, mas pediu penas mais severas para o ex-presidente e para o ex-ministro Walter Braga Netto. O placar atual está em 2 votos a 0 pela condenação, com a expectativa de que o julgamento prossiga nesta quarta-feira (10) com o voto de Luiz Fux, que já indicou que pode discordar do relator.

A Primeira Turma do STF, que analisa o caso, é composta por cinco ministros: Moraes, Dino, Cármen Lúcia, Luiz Fux e Cristiano Zanin. A continuidade do julgamento é aguardada com grande atenção, dado o impacto que a decisão pode ter sobre o futuro político de Jair Bolsonaro.

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