- Um adolescente foi morto e outro ficou ferido em um ataque no Recreio dos Bandeirantes, Rio de Janeiro, na noite de terça-feira.
- O ataque ocorreu por volta das 23h30, quando bandidos do Terceiro Comando Puro dispararam contra um grupo que jogava bola na orla, próximo ao Posto 12.
- O jovem ferido foi levado ao Hospital Municipal Lourenço Jorge, na Barra da Tijuca.
- Pouco depois, um homem de 22 anos foi executado na comunidade do Terreirão.
- A Delegacia de Homicídios da Capital investiga ambos os casos, que podem estar relacionados a disputas entre facções criminosas.
Na noite de terça-feira, a violência voltou a marcar o Recreio dos Bandeirantes, na Zona Sudoeste do Rio de Janeiro. Um adolescente de 16 anos foi morto e outro de 15 anos ficou ferido por disparos de bandidos ligados ao Terceiro Comando Puro (TCP) enquanto jogavam bola na orla, próximo ao Posto 12. O jovem ferido foi socorrido e levado ao Hospital Municipal Lourenço Jorge, na Barra da Tijuca.
O ataque ocorreu por volta das 23h30, quando os criminosos chegaram em duas motos e abriram fogo contra um grupo de dez pessoas. O pânico tomou conta do local, e os atiradores conseguiram fugir após o crime. O corpo do adolescente foi encaminhado ao Instituto Médico-Legal (IML) para identificação. A Delegacia de Homicídios da Capital (DHC) foi acionada para realizar a perícia no local.
Execução em sequência
Momentos após o ataque no Recreio, um homem de 22 anos foi executado na comunidade do Terreirão. Cauã Vinicius Gomes Silva, que possuía anotações criminais por furto e homicídio, foi encontrado morto na Rua DW. Informações preliminares indicam que ele poderia estar ligado a disputas internas entre facções, já que seu irmão teria deixado o TCP para se unir ao Comando Vermelho, atualmente escondido no Complexo da Penha, na Zona Norte.
A DHC também foi acionada para investigar a execução de Cauã. Ainda não há confirmação se os dois episódios estão relacionados, mas a sequência de violência evidencia a tensão crescente entre facções criminosas na região. A população local vive em constante temor, com a violência se intensificando em áreas antes consideradas mais tranquilas.
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