- O Supremo Tribunal Federal (STF) julga o ex-presidente Jair Bolsonaro e outros réus por uma suposta tentativa de golpe de estado.
- O ministro Luiz Fux já votou pela absolvição, resultando em um placar de 2 a 1 pela condenação.
- A pressão aumenta sobre os ministros Cármen Lúcia e Cristiano Zanin, que encerrarão o julgamento.
- O advogado Jeffrey Chiquini acredita que Zanin pode apresentar um voto divergente, o que poderia levar a embargos infringentes.
- A decisão final dos ministros será crucial e pode atrasar o julgamento até 2026 ou 2027.
O julgamento do ex-presidente Jair Bolsonaro e outros réus por uma suposta tentativa de golpe de estado no Supremo Tribunal Federal (STF) avança com novas pressões sobre os ministros Cármen Lúcia e Cristiano Zanin. Após o voto do ministro Luiz Fux, que se posicionou pela absolvição, o placar está em 2 a 1 pela condenação.
O advogado Jeffrey Chiquini, que representa o ex-assessor de Bolsonaro, Filipe Martins, acredita que Zanin pode surpreender com um voto divergente. Chiquini comentou que a pressão sobre Zanin é intensa, mas o voto de Fux pode influenciar sua decisão. Ele sugere que o ministro não deve acompanhar integralmente o voto do relator Alexandre de Moraes.
Caso Zanin decida divergir, isso poderia abrir caminho para embargos infringentes, um recurso jurídico que permite contestar decisões não unânimes. Chiquini observa que a possibilidade de levar o caso ao plenário da Corte poderia atrasar o julgamento, com desdobramentos se estendendo até 2026 ou 2027.
A expectativa em torno do julgamento permanece alta, com a comunidade jurídica atenta às movimentações dos ministros. A decisão final de Cármen Lúcia e Zanin será crucial para o desfecho deste caso emblemático.
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