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Gleisi critica voto de Bolsonaro em homenagem a Ustra após condenação judicial

Bolsonaro é condenado a 27 anos e 3 meses por tentativa de golpe, marcando um feito inédito na história do Brasil

Gleisi critica Bolsonaro após divulgação do relatório da PF sobre o caso das joias (Foto: Reprodução)
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  • Jair Bolsonaro, ex-presidente do Brasil, foi condenado pelo Supremo Tribunal Federal (STF) a 27 anos e 3 meses de prisão por tentativa de golpe de Estado e outros crimes.
  • Esta é a primeira condenação de um ex-presidente por tal crime na história do Brasil.
  • A deputada federal Gleisi Hoffmann (PT-PR) comentou a condenação, lembrando que Bolsonaro votou a favor do impeachment de Dilma Rousseff em 2016 e elogiou um torturador da ditadura militar.
  • A pena inclui 24 anos e 9 meses de reclusão e 2 anos e 6 meses de detenção, além de uma multa de R$ 370 mil.
  • Gleisi Hoffmann afirmou que a decisão do STF representa uma punição histórica a quem defendeu a ditadura.

Jair Bolsonaro, ex-presidente do Brasil, foi condenado pelo Supremo Tribunal Federal (STF) a 27 anos e 3 meses de prisão por tentativa de golpe de Estado e outros crimes. Esta é a primeira condenação de um ex-presidente por tal crime na história do país.

A deputada federal Gleisi Hoffmann (PT-PR) comentou sobre a condenação, relembrando o voto de Bolsonaro a favor do impeachment de Dilma Rousseff em 2016. Na ocasião, ele elogiou o torturador Carlos Alberto Brilhante Ustra, que atuou durante a ditadura militar. Gleisi destacou que o ex-presidente dedicou seu voto a Ustra, chamando-o de “o pavor de Dilma Rousseff”.

A condenação de Bolsonaro foi resultado de sua tentativa de desestabilizar a democracia brasileira. A pena foi dividida em 24 anos e 9 meses de reclusão e 2 anos e 6 meses de detenção, além de uma multa de R$ 370 mil. Os ministros Cristiano Zanin, Cármen Lúcia, Flávio Dino e Alexandre de Moraes votaram pela condenação, enquanto Luiz Fux defendeu a absolvição.

Gleisi Hoffmann afirmou que a decisão do STF representa “o curso da história punindo quem defendeu a ditadura”. A condenação reforça a importância de lembrar aqueles que lutaram contra a repressão e a injustiça no Brasil.

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