Em Alta Copa do Mundo NotíciasAcontecimentos internacionaisPessoasPolíticaConflitos

Converse com o Telinha

Telinha
Oi! Posso responder perguntas apenas com base nesta matéria. O que você quer saber?

Juiz permite que acusadoras de Smokey Robinson prossigam anonimamente

Julgamento de ex-funcionárias de Smokey Robinson por assédio sexual será em outubro de 2027; cantor nega acusações e busca R$ 500 milhões em contraprocesso

Smokey Robinson em estúdio da SiriusXM em Nova York (Foto: Reprodução)
0:00
Carregando...
0:00
  • Quatro ex-funcionárias processaram Smokey Robinson por assédio sexual, alegando agressões desde 2007.
  • Robinson nega as acusações e entrou com uma ação de contraprocesso, pedindo R$ 500 milhões por difamação e abuso de idosos.
  • Um juiz decidiu que as mulheres podem usar pseudônimos durante o processo, apesar da objeção de Robinson.
  • O julgamento está agendado para 11 de outubro de 2027, considerando a idade do cantor, que tem 85 anos.
  • O juiz destacou a importância de proteger as mulheres devido à gravidade das alegações e ao risco de retaliação.

Quatro ex-funcionárias processaram Smokey Robinson por assédio sexual, alegando agressões desde 2007. O cantor, que nega as acusações, entrou com uma ação de contraprocesso, buscando 500 milhões de dólares por difamação e abuso de idosos.

Recentemente, um juiz decidiu que as mulheres podem continuar o processo usando pseudônimos, apesar da objeção de Robinson. O julgamento está agendado para 11 de outubro de 2027, considerando a idade avançada do cantor, que tem 85 anos. O juiz Kevin C. Brazile afirmou que, neste estágio, a identidade das mulheres não precisa ser revelada, embora isso possa mudar conforme o caso avance.

Durante a audiência, o advogado de Robinson, Christopher Frost, argumentou que o uso de pseudônimos prejudica a defesa, dificultando a convocação de testemunhas. Ele também mencionou detalhes de um depoimento selado, sugerindo que uma das mulheres tinha laços familiares com outra reclamante e que não buscou emprego por anos, mesmo após alegações de assédio.

O juiz, no entanto, manteve sua decisão, citando o interesse em proteger as mulheres, especialmente devido à gravidade das alegações de “repetidos estupros” e ao potencial de retaliação por parte de fãs do cantor. A defesa de Robinson alegou que as ex-funcionárias conspiraram para extorquir dinheiro, afirmando que foram tratadas como parte da família durante o emprego.

As alegações incluem múltiplos casos de assédio sexual, agressão e criação de um ambiente de trabalho hostil. As mulheres relataram que Robinson as isolava em suas residências e forçava contato sexual, ignorando suas resistências. A batalha legal, que ganhou destaque em maio, continua a se desenrolar em meio a intensas disputas judiciais.

Comentários 0

Entre na conversa da comunidade

Os comentários não representam a opinião do Portal Tela; a responsabilidade é do autor da mensagem. Conecte-se para comentar

Veja Mais