- Quatro ex-funcionárias processaram Smokey Robinson por assédio sexual, alegando agressões desde 2007.
- Robinson nega as acusações e entrou com uma ação de contraprocesso, pedindo R$ 500 milhões por difamação e abuso de idosos.
- Um juiz decidiu que as mulheres podem usar pseudônimos durante o processo, apesar da objeção de Robinson.
- O julgamento está agendado para 11 de outubro de 2027, considerando a idade do cantor, que tem 85 anos.
- O juiz destacou a importância de proteger as mulheres devido à gravidade das alegações e ao risco de retaliação.
Quatro ex-funcionárias processaram Smokey Robinson por assédio sexual, alegando agressões desde 2007. O cantor, que nega as acusações, entrou com uma ação de contraprocesso, buscando 500 milhões de dólares por difamação e abuso de idosos.
Recentemente, um juiz decidiu que as mulheres podem continuar o processo usando pseudônimos, apesar da objeção de Robinson. O julgamento está agendado para 11 de outubro de 2027, considerando a idade avançada do cantor, que tem 85 anos. O juiz Kevin C. Brazile afirmou que, neste estágio, a identidade das mulheres não precisa ser revelada, embora isso possa mudar conforme o caso avance.
Durante a audiência, o advogado de Robinson, Christopher Frost, argumentou que o uso de pseudônimos prejudica a defesa, dificultando a convocação de testemunhas. Ele também mencionou detalhes de um depoimento selado, sugerindo que uma das mulheres tinha laços familiares com outra reclamante e que não buscou emprego por anos, mesmo após alegações de assédio.
O juiz, no entanto, manteve sua decisão, citando o interesse em proteger as mulheres, especialmente devido à gravidade das alegações de “repetidos estupros” e ao potencial de retaliação por parte de fãs do cantor. A defesa de Robinson alegou que as ex-funcionárias conspiraram para extorquir dinheiro, afirmando que foram tratadas como parte da família durante o emprego.
As alegações incluem múltiplos casos de assédio sexual, agressão e criação de um ambiente de trabalho hostil. As mulheres relataram que Robinson as isolava em suas residências e forçava contato sexual, ignorando suas resistências. A batalha legal, que ganhou destaque em maio, continua a se desenrolar em meio a intensas disputas judiciais.
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