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Militares garantem apoio a Moraes durante toda a operação judicial

STF condena seis militares, incluindo Jair Bolsonaro, e determina a retirada de suas patentes por envolvimento em trama golpista

Ministro do STF Alexandre de Moraes durante julgamento (Foto: Reprodução)
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  • O Supremo Tribunal Federal (STF) condenou seis militares, incluindo o ex-presidente Jair Bolsonaro, por envolvimento em uma trama golpista.
  • O julgamento foi conduzido pelo ministro Alexandre de Moraes, que determinou a retirada das patentes dos condenados.
  • Moraes destacou o apoio das Forças Armadas durante o processo e enfatizou que a condenação se refere a indivíduos, não à instituição militar.
  • Entre os condenados estão Alexandre Ramagem, ex-diretor da Agência Brasileira de Inteligência (Abin), e Anderson Torres, ex-ministro da Justiça.
  • O ministro da Justiça, Flávio Dino, afirmou que o julgamento se dirige a membros das Forças Armadas, reforçando a importância da aplicação da Constituição.

O Supremo Tribunal Federal (STF) condenou seis militares, incluindo o ex-presidente Jair Bolsonaro, por envolvimento em uma trama golpista. O julgamento, conduzido pelo ministro Alexandre de Moraes, resultou na determinação da retirada das patentes dos condenados, destacando a importância do devido processo legal.

Durante a sessão, Moraes expressou seu apreço pelas Forças Armadas, ressaltando o apoio institucional recebido ao longo do processo. Ele mencionou a colaboração dos comandantes das Forças Armadas, como o general Tomás Paiva e o almirante Marcos Olsen, enfatizando que a condenação se refere a indivíduos e não à instituição militar como um todo.

Os condenados incluem figuras proeminentes, como Alexandre Ramagem, ex-diretor da Abin, e Anderson Torres, ex-ministro da Justiça. O tenente-coronel Mauro Cid, que atuou como ajudante de ordens de Bolsonaro, foi o único a não ser incluído na lista de condenados. Moraes destacou que a pacificação não se alcança por meio de apaziguamento com golpistas, mas sim através da aplicação da Constituição e das leis.

O ministro da Justiça, Flávio Dino, também se manifestou, reiterando que o julgamento se dirige a membros das Forças Armadas e não à instituição em si. A condenação dos envolvidos é vista como um passo significativo na luta contra tentativas de desestabilização do governo.

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