- A sessão do Supremo Tribunal Federal (STF) reabriu após uma leitura de voto que durou treze horas.
- A ministra Cármen Lúcia e o ministro Flávio Dino interagiram de forma descontraída.
- Cármen Lúcia destacou a importância de garantir tempo de fala, mencionando que as mulheres ficaram caladas por muito tempo.
- Flávio Dino revelou sua estratégia de votos curtos para facilitar intervenções durante os discursos.
- A sessão teve um clima mais leve, refletindo a dinâmica entre os ministros em busca de um diálogo mais fluido.
Após uma maratona de 13 horas de leitura do voto do ministro Luiz Fux, a sessão do Supremo Tribunal Federal (STF) reabriu nesta quarta-feira com um clima mais leve. A ministra Cármen Lúcia e o ministro Flávio Dino interagiram de forma descontraída, trazendo um novo tom aos debates.
Logo no início, Cármen Lúcia concedeu a palavra a Dino, que pediu agilidade em sua fala. A ministra, com bom humor, destacou a importância de garantir seu tempo de fala, afirmando: “Desde que seja rápido, porque nós, mulheres, ficamos dois mil anos caladas e queremos ter o direito de falar.” Ela enfatizou que o debate é essencial nos julgamentos do Supremo.
Dino, por sua vez, comentou sobre sua estratégia de votos curtos, revelando que isso facilita intervenções durante os discursos dos colegas. Ele mencionou que o ministro Gilmar Mendes o questionou sobre essa tática, que visa promover mais interações durante as sessões.
A sessão, marcada por um ambiente mais leve, reflete a dinâmica entre os ministros, que buscam equilibrar a seriedade dos julgamentos com momentos de descontração. A interação entre Cármen Lúcia e Flávio Dino ilustra a busca por um diálogo mais fluido e participativo no STF, mesmo em meio a discussões complexas.
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