- O presidente da República, Luiz Inácio Lula da Silva, anunciou uma megaoperação contra o Primeiro Comando da Capital (PCC) que desvendou um esquema de lavagem de dinheiro envolvendo fintechs e gestores.
- A operação, realizada em 28 de agosto, é considerada a mais significativa contra o crime organizado no Brasil.
- Lula afirmou que mais informações sobre a investigação serão divulgadas em breve e mencionou que a conexão do PCC abrange diversas áreas da sociedade, como futebol e política.
- A Receita Federal publicou uma instrução normativa que equipara as fintechs aos bancos em obrigações fiscais, visando melhorar a fiscalização e combater atividades ilícitas.
- O governo acredita que essa nova normativa ajudará a coibir a atuação de facções criminosas que se infiltram na economia.
O presidente Luiz Inácio Lula da Silva anunciou, nesta quinta-feira, que uma megaoperação contra o Primeiro Comando da Capital (PCC) desvendou um esquema de lavagem de dinheiro envolvendo fintechs e gestores. Em entrevista ao Jornal da Band, Lula destacou que a operação é a mais significativa contra o crime organizado na história do Brasil.
Durante a entrevista, o presidente afirmou que a investigação ainda revelará mais informações. “Vai chegar na Faria Lima”, disse, referindo-se à conexão do PCC com diversas esferas da sociedade, incluindo futebol, política e instituições financeiras. Lula enfatizou que o crime organizado se tornou uma questão multinacional.
A operação, realizada em 28 de agosto, teve como alvo um esquema bilionário do PCC no setor de combustíveis. Os criminosos utilizavam fintechs para lavar dinheiro ilícito. Em resposta, a Receita Federal publicou uma instrução normativa que equipara as fintechs aos bancos em termos de obrigações fiscais, exigindo que informem transações financeiras ao Fisco.
Essa mudança visa melhorar a fiscalização e combater atividades ilícitas, uma vez que a falta de dados das fintechs tem sido uma brecha explorada pelo crime. O governo acredita que a nova normativa ajudará a coibir a atuação de facções como o PCC, que se infiltram em diversas áreas da economia.
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