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Parlamentares solicitam investigação do TCU sobre aluguel de Bolsonaro pago pelo PL

PSOL pede ao TCU investigação sobre uso irregular de recursos do Fundo Partidário para aluguel da casa de Jair Bolsonaro em Brasília

Ex-presidente Jair Bolsonaro em sua casa, onde está em prisão domiciliar (Foto: Reprodução)
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  • Parlamentares do Partido Socialismo e Liberdade (PSOL) solicitaram ao Tribunal de Contas da União (TCU) a investigação sobre o aluguel da residência onde Jair Bolsonaro cumpre prisão domiciliar em Brasília.
  • A casa é financiada pelo Partido Liberal (PL), ao qual Bolsonaro é filiado.
  • Os deputados Luciene Cavalcante e Carlos Giannazi, junto com o vereador Celso Giannazi, alegam que o uso de recursos do Fundo Partidário para despesas pessoais é ilegal.
  • A representação pede que o TCU verifique a regularidade dos pagamentos e avalie o impacto financeiro nos cofres públicos.
  • Os parlamentares afirmam que o desvio de recursos compromete a moralidade e a legalidade das contas partidárias.

Parlamentares do PSOL solicitaram ao Tribunal de Contas da União (TCU) a investigação sobre possíveis irregularidades no pagamento do aluguel da residência onde Jair Bolsonaro cumpre prisão domiciliar em Brasília. A casa é financiada pelo PL, partido ao qual Bolsonaro é filiado.

Os deputados Luciene Cavalcante e Carlos Giannazi, juntamente com o vereador Celso Giannazi, argumentam que o uso de recursos do Fundo Partidário para despesas pessoais, como aluguel, é ilegal. A representação destaca que não há previsão legal para destinar verbas do fundo a gastos sem relação comprovada com atividades partidárias.

A natureza pública dos recursos e sua destinação vinculada às atividades partidárias exigem probidade e transparência, afirmam os signatários. Eles pedem que o TCU fiscalize com urgência a regularidade dos pagamentos e instaure uma tomada especial de contas para avaliar o impacto financeiro nos cofres públicos, caso irregularidades sejam confirmadas.

Os parlamentares ressaltam que o desvio de recursos para fins pessoais compromete a moralidade e a legalidade das contas partidárias. A situação levanta questionamentos sobre a gestão dos recursos públicos e a responsabilidade dos dirigentes partidários.

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