- O julgamento no Supremo Tribunal Federal (STF) sobre o ex-presidente Jair Bolsonaro e aliados, acusados de tentativa de golpe, retoma nesta quinta-feira, 11 de outubro, às 14h.
- Até o momento, três ministros já votaram: Alexandre de Moraes e Flávio Dino pela condenação de todos os réus, enquanto Luiz Fux aceitou a acusação contra dois réus, absolvendo a maioria, incluindo Bolsonaro.
- A sessão é o quinto dia de julgamento e pode ser decisiva, com os ministros Cármen Lúcia e Cristiano Zanin apresentando seus votos. O placar atual é de 2 a 1 a favor da condenação.
- Nos primeiros dias, foram discutidas reuniões ministeriais que indicam que o “golpe já estava em curso”. Moraes e Dino votaram pela condenação por crimes como organização criminosa armada e tentativa de golpe de Estado.
- Fux questionou a competência do STF para julgar o caso, sugerindo que deveria ser analisado em primeira instância, e destacou a complexidade do processo devido ao grande volume de dados reunidos pela Polícia Federal.
O julgamento no Supremo Tribunal Federal (STF) sobre o ex-presidente Jair Bolsonaro e aliados, acusado de envolvimento em uma tentativa de golpe, retoma nesta quinta-feira (11) às 14h. Até o momento, três ministros já votaram, com Alexandre de Moraes e Flávio Dino optando pela condenação de todos os réus. Luiz Fux, por sua vez, aceitou a acusação contra dois réus, mas absolveu a maioria, incluindo Bolsonaro.
A sessão de hoje marca o quinto dia de julgamento e pode ser decisiva. Os ministros Cármen Lúcia e Cristiano Zanin devem apresentar seus votos, que podem consolidar a maioria pela condenação. O placar atual está em 2 a 1 a favor da condenação. O julgamento deve ser finalizado nesta sexta-feira (12), quando o plenário concluirá a análise do caso.
Nos primeiros dias, foram discutidas reuniões ministeriais que, segundo o procurador-geral da República, Paulo Gonet, indicam que o “golpe já estava em curso”. Moraes e Dino votaram pela condenação dos réus por crimes como organização criminosa armada e tentativa de golpe de Estado. Fux, no entanto, questionou a competência do STF para julgar o caso, sugerindo que deveria ser analisado em primeira instância.
Fux também destacou a complexidade do processo, referindo-se a um “tsunami de dados” que dificultou a elaboração de seu voto. Ele mencionou que a Polícia Federal reuniu 70 terabytes de informações, o que complicou a análise. Moraes e Dino, por outro lado, defenderam a competência do STF e a validade das provas apresentadas, incluindo a delação de Mauro Cid.
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