- O ex-presidente Jair Bolsonaro está sendo julgado no Supremo Tribunal Federal (STF) por supostos crimes relacionados a uma trama golpista, com o relator Alexandre de Moraes liderando o processo.
- O ministro Luiz Fux votou pela absolvição de Bolsonaro, gerando reações.
- O ex-presidente Michel Temer elogiou o voto de Fux, considerando-o importante e ressaltou a natural divergência entre Fux e Moraes.
- Temer criticou declarações do governador de São Paulo, Tarcísio de Freitas, que atacou Moraes, e afirmou que Tarcísio “não foi feliz” em suas palavras.
- O ex-presidente também comentou sobre um projeto de lei que propõe anistia aos envolvidos nos ataques de 8 de janeiro, alertando para possíveis questionamentos sobre sua constitucionalidade.
O ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) está sob julgamento no STF por supostos crimes relacionados a uma trama golpista, com o relator Alexandre de Moraes à frente do processo. Recentemente, o ministro Luiz Fux votou pela absolvição de Bolsonaro, o que gerou reações significativas.
Michel Temer (MDB), ex-presidente, elogiou o voto de Fux, considerando-o “importantíssimo” para Bolsonaro. Em evento em Salvador, Temer destacou que a divergência entre Fux e Moraes é natural e que ambos têm posições processuais respeitáveis. O julgamento, até o momento, apresenta um placar de 2 votos a 1 pela condenação, com os votos de Cristiano Zanin e Cármen Lúcia ainda pendentes.
Temer também comentou sobre as declarações do governador de São Paulo, Tarcísio de Freitas (Republicanos), que atacou Moraes durante manifestações em apoio a Bolsonaro. O ex-presidente considerou que Tarcísio “não foi feliz” em suas palavras, mas compreendeu o contexto emocional do momento.
Além disso, Temer se manifestou sobre o projeto de lei que propõe anistia aos envolvidos nos ataques de 8 de janeiro. Ele alertou que a proposta pode enfrentar questionamentos sobre sua constitucionalidade e defendeu que o STF busque uma solução pacificadora, ressaltando a necessidade de punição para os atos de depredação, mas sugerindo a possibilidade de redução de penas como alternativa.
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