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Governadores criticam condenação de Bolsonaro e defendem apoio político em 2026

Governadores de direita criticam condenação de Jair Bolsonaro e defendem anistia aos réus dos atos de 8 de janeiro, acirrando a polarização política

Foto: Reprodução
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  • Governadores de direita manifestaram apoio a Jair Bolsonaro após sua condenação pelo Supremo Tribunal Federal (STF) por crimes relacionados a uma trama golpista.
  • A condenação ocorreu em votação de quatro a um, resultando em cinco crimes, incluindo tentativa de golpe de Estado.
  • Tarcísio de Freitas, governador de São Paulo, criticou a decisão do STF, afirmando que fere o princípio da presunção de inocência.
  • Ratinho Jr., governador do Paraná, defendeu a “pacificação” política e criticou a perseguição a Bolsonaro.
  • Ronaldo Caiado, governador de Goiás, lamentou a condenação e defendeu a anistia aos réus dos atos de oito de janeiro, prometendo assinar a medida em um possível mandato presidencial.

Governadores de direita manifestaram apoio a Jair Bolsonaro após sua condenação pelo Supremo Tribunal Federal (STF) por crimes relacionados a uma trama golpista. A decisão, que ocorreu na quinta-feira, 11, resultou em uma votação de 4 a 1, condenando o ex-presidente por cinco crimes, incluindo tentativa de golpe de Estado.

Governadores cotados para 2026, como Tarcísio de Freitas (Republicanos) e Ratinho Jr. (PSD), criticaram a decisão do STF. Tarcísio afirmou que a condenação fere o princípio da presunção de inocência e que Bolsonaro é vítima de “penas desproporcionais”. Ele se alinhou ao bolsonarismo, afirmando que a história irá desmantelar as narrativas contra o ex-presidente.

Ratinho Jr. defendeu a “pacificação” política e criticou o que chamou de perseguição a Bolsonaro. Ele destacou a necessidade de fortalecer as instituições e afirmou que a população não deve ser refém de dogmas. O governador de Minas Gerais, Romeu Zema (Novo), também se manifestou, questionando se a decisão do STF seria uma forma de justiça ou uma inquisição.

Ronaldo Caiado (União Brasil), governador de Goiás, lamentou a condenação e defendeu que o julgamento ocorresse no plenário da Corte. Ele reiterou sua posição a favor da anistia aos réus dos atos de 8 de janeiro, prometendo assinar a medida no primeiro dia de um possível mandato presidencial. Caiado argumentou que a anistia é essencial para alcançar a paz e promover um governo de conciliação.

Essas reações refletem um cenário político polarizado, onde a condenação de Bolsonaro não apenas impacta sua trajetória, mas também intensifica os debates entre líderes estaduais sobre justiça e política no Brasil.

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