- A Polícia Federal prendeu um estudante no Espírito Santo por ameaçar de morte o deputado federal Nikolas Ferreira (PL-MG) em redes sociais.
- O suspeito, Adalto Gaigher, foi detido em flagrante no dia 11 de outubro e liberado após assinar um Termo Circunstanciado de Ocorrência.
- Nikolas Ferreira já havia recebido ameaças anteriormente e agradeceu o apoio da Polícia Federal.
- No mesmo dia, um segundo estudante, Pedro Bala, foi demitido por desejar a morte do deputado em resposta a uma postagem sobre o assassinato de Charlie Kirk.
- A Polícia Federal continua a investigar possíveis ameaças adicionais e a universidade de Gaigher repudiou manifestações que incitem à violência.
A Polícia Federal prendeu um estudante no Espírito Santo, acusado de ameaçar de morte o deputado federal Nikolas Ferreira (PL-MG). A detenção ocorreu na quinta-feira, 11 de outubro, após o parlamentar formalizar uma denúncia sobre mensagens agressivas recebidas em redes sociais. O suspeito, identificado como Adalto Gaigher, foi detido em flagrante e liberado após assinar um Termo Circunstanciado de Ocorrência.
O deputado já havia enfrentado ameaças anteriormente e expressou gratidão à PF pelo suporte recebido. Em um vídeo, Nikolas comentou que o autor da ameaça já havia manifestado desejos de sua morte em postagens anteriores. O incidente ocorreu na véspera de sua viagem ao estado, onde ele estava acompanhado de escolta policial.
Segundo Caso de Ameaça
No mesmo dia, um segundo estudante, Pedro Bala, foi demitido após desejar a morte do parlamentar em resposta a uma postagem sobre o assassinato do ativista conservador Charlie Kirk. A empresa Next Generation of Lawyers, onde ele trabalhava, anunciou a rescisão do contrato, considerando a declaração inaceitável. Nikolas Ferreira elogiou a decisão da empresa, chamando-a de “medida correta e justa”.
Esses episódios refletem um clima de hostilidade crescente nas redes sociais, onde o deputado já era alvo de ataques e manifestações de ódio. A PF continua a investigar possíveis ameaças adicionais e a apurar a participação de outros indivíduos nos casos. A universidade onde Gaigher estuda também repudiou qualquer manifestação que incite à violência, reafirmando seu compromisso com a paz no ambiente acadêmico.
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