- O governador de São Paulo, Tarcísio de Freitas, articula sua sucessão e considera uma candidatura à presidência em 2026.
- Ele planeja filiar o vice-governador Felício Ramuth ao seu partido e lançá-lo como candidato ao governo paulista.
- Tarcísio precisa renunciar até 31 de março caso decida concorrer ao Planalto.
- Inicialmente, ele pretendia apoiar André do Prado, presidente da Assembleia Legislativa, mas enfrenta dificuldades nessa estratégia.
- Tarcísio observa também o cenário político em outros estados, buscando fortalecer alianças para sua candidatura presidencial.
O governador de São Paulo, Tarcísio de Freitas (Republicanos), está articulando sua sucessão enquanto considera uma candidatura à presidência em 2026. Para isso, planeja filiar o vice-governador Felício Ramuth (PSD) ao seu partido e lançá-lo como candidato ao governo paulista. Tarcísio precisa renunciar até 31 de março caso decida concorrer ao Planalto.
Inicialmente, o governador pretendia apoiar o presidente da Assembleia Legislativa, André do Prado (PL), mas essa estratégia enfrenta dificuldades. O Republicanos busca compensações após o PL exigir a filiação de Tarcísio para garantir o número “22” nas urnas, que, em 2022, recebeu votos mesmo sem candidato.
Em um jantar do Grupo Esfera, Valdemar Costa Neto afirmou que a ida de Tarcísio para o PL já está acertada, o que torna essencial para o Republicanos garantir uma candidatura forte em São Paulo. Ramuth, ex-prefeito de São José dos Campos, tem se alinhado com a direita, participando de manifestações e defendendo pautas como a anistia.
Desafios e Alianças
Tarcísio também observa o cenário político em outros estados. No Nordeste, acredita que a direita pode reduzir a diferença de votos para Lula em estados como Bahia, Ceará e Maranhão. Ele conta com o apoio de figuras como ACM Neto, Ciro Gomes e Eduardo Braide.
No Rio de Janeiro, Tarcísio considera o apoio ao prefeito Eduardo Paes (PSD), em vez de nomes especulados como Rodrigo Bacellar. Essa estratégia visa fortalecer sua posição e garantir uma base sólida para a candidatura presidencial.
Enquanto isso, Guilherme Boulos (PSOL), em seu novo livro, reflete sobre sua mudança de postura nas redes sociais, adotando um estilo mais agressivo. Ele reconhece que a indignação gera mais engajamento, uma tática que pode influenciar sua imagem política.
A movimentação de Tarcísio e Ramuth reflete um cenário dinâmico e competitivo, onde alianças e estratégias serão cruciais para as eleições que se aproximam.
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