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Trabalhadores culturais em Tel Aviv realizam protesto silencioso contra Gaza

Cultural workers em Tel Aviv protestam silenciosamente contra a destruição em Gaza e a perda da identidade cultural palestina

Protestantes se reúnem em uma área conhecida como "praça dos reféns", cercados por edifícios culturais (Foto: Reprodução)
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  • Cultural workers em Tel Aviv realizaram uma manifestação silenciosa na noite de ontem contra a destruição em Gaza.
  • O evento ocorreu próximo à praça dos reféns, cercado por instituições culturais como o Teatro Cameri e o Museu de Arte de Tel Aviv.
  • Participantes distribuíram panfletos denunciando mais de 64 mil mortos e 160 mil feridos em Gaza desde o início do conflito, incluindo muitos profissionais da cultura.
  • Ativistas seguraram faixas com a frase “O genocídio cultural é uma guerra contra a memória” e músicos tocaram uma nota contínua em homenagem ao músico Ahmed Muin Abu Amsha.
  • O artista Addam Yekutieli destacou que a destruição de instituições culturais visa apagar a identidade palestina.

Cultural workers em Tel Aviv realizaram uma manifestação silenciosa na noite de ontem, protestando contra a destruição em Gaza. O evento ocorreu próximo à “praça dos reféns”, cercado por importantes instituições culturais, como o Teatro Cameri e o Museu de Arte de Tel Aviv.

Os participantes, incluindo artistas, curadores e músicos, distribuíram panfletos que denunciavam os mais de 64 mil mortos e 160 mil feridos em Gaza desde o início do conflito, entre eles muitos profissionais da cultura. As mensagens enfatizavam que a destruição cultural é uma forma de genocídio cultural, visando apagar a memória coletiva palestina.

Durante a manifestação, ativistas vestidos de preto seguraram faixas em hebraico, árabe e inglês com a frase: “O genocídio cultural é uma guerra contra a memória.” Além disso, músicos tocaram uma nota contínua, simbolizando o som dos drones da Força de Defesa de Israel (IDF) sobre Gaza, em homenagem ao músico Ahmed Muin Abu Amsha.

O artista Addam Yekutieli, conhecido como Know Hope, destacou que a aniquilação deliberada de instituições culturais visa destruir a identidade palestina. A manifestação se insere em um contexto de protestos silenciosos que têm se intensificado, onde profissionais de diversas áreas, como jornalistas e médicos, também se mobilizam em apoio à causa.

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