- A primeira-dama Rosângela da Silva, conhecida como Janja, considerou deixar seu cargo devido às críticas que enfrenta desde o início do governo de Luiz Inácio Lula da Silva.
- Em entrevista, Janja reafirmou sua recusa em se encaixar em estereótipos tradicionais e decidiu permanecer em Brasília.
- Ela foi indicada como enviada especial para as mulheres na Conferência das Partes (COP30) e planeja se engajar na campanha de 2026.
- Janja comentou sobre sua relação com Michelle Bolsonaro, afirmando que não permitirá ataques ao presidente Lula.
- Ela destacou a importância do diálogo com diferentes grupos de mulheres e sua intenção de conectar demandas locais com líderes globais na COP30.
A primeira-dama Rosângela da Silva, conhecida como Janja, revelou em entrevista recente que já considerou deixar seu cargo devido às críticas que enfrenta desde o início do governo de seu marido, Luiz Inácio Lula da Silva. Emocionada, Janja afirmou que essa pressão é comum entre primeiras-damas, mas decidiu permanecer em Brasília, reafirmando sua recusa em se encaixar em estereótipos tradicionais.
Janja, que foi indicada como enviada especial para as mulheres na COP30, destacou sua intenção de se engajar na campanha de 2026, embora ainda não tenha definido como será seu papel. Ela comentou sobre a relação com Michelle Bolsonaro, que deve ter um papel central nas eleições, afirmando que não permitirá ataques ao presidente Lula, independentemente de quem os faça. “Espero que ela tenha ética para saber o papel que tem”, disse.
A primeira-dama também falou sobre seu trabalho em prol das mulheres, enfatizando a importância do diálogo com diferentes grupos, incluindo mulheres evangélicas. Janja acredita que a comunicação é fundamental para entender como as políticas públicas impactam a vida dessas mulheres. Ela se mostrou otimista quanto à possibilidade de Lula se candidatar à reeleição, afirmando que ele está forte e preparado.
Além disso, Janja comentou sobre a COP30, que ocorrerá em Belém, ressaltando a relevância do evento na Amazônia e sua intenção de conectar as demandas de comunidades locais com líderes globais. Ela também abordou a crise com os Estados Unidos, mencionando que o embate trouxe um novo vigor ao governo e que a reconstrução das políticas públicas é um desafio constante.
Por fim, Janja reafirmou sua identidade e seu papel no governo, destacando que não se deixará limitar por expectativas externas. “O mundo talvez seja grande demais para uma caixinha”, concluiu, enfatizando sua determinação em atuar de forma autêntica e significativa.
Entre na conversa da comunidade