- Valdemar Costa Neto, presidente do Partido Liberal (PL), comentou sobre a condenação do ex-presidente Jair Bolsonaro pelo Supremo Tribunal Federal (STF) a 27 anos e 3 meses de prisão por tentativa de golpe de Estado.
- Durante o Rocas Festival, em Itu, no dia 13 de setembro, ele considerou a decisão exagerada, mas afirmou que deve ser respeitada.
- Costa Neto reconheceu que houve planejamento para um golpe, embora não tenha se concretizado, e criticou o apoio do governo Lula ao STF.
- Ele também falou sobre as eleições de 2026, destacando a importância da união dos partidos de direita e a prioridade da anistia.
- Gilberto Kassab, presidente do Partido Social Democrático (PSD), apoiou a anistia, mas a proposta enfrenta resistência entre bolsonaristas.
Valdemar Costa Neto, presidente do PL, comentou sobre a condenação do ex-presidente Jair Bolsonaro pelo STF a 27 anos e 3 meses de prisão por crimes relacionados a uma tentativa de golpe de Estado. Durante um debate no Rocas Festival, em Itu, neste sábado (13), ele considerou a decisão exagerada, mas afirmou que deve ser respeitada.
Costa Neto reconheceu que houve planejamento para um golpe, embora não tenha se concretizado. Ele criticou o apoio do governo Lula ao STF, afirmando que isso influenciou a decisão. “O Supremo decidiu, nós temos que respeitar”, disse. O evento contou com a presença de outros pré-candidatos de direita, como os governadores Ronaldo Caiado (União Brasil), Romeu Zema (Novo) e Ratinho Jr. (PSD).
O presidente do PL também abordou as eleições de 2026, expressando confiança na união dos partidos de direita. Ele ressaltou a importância de ter um governo de direita com apoio no Congresso, afirmando que a anistia é uma prioridade. “O nosso grande problema é que teve aquela bagunça no 8 de janeiro e o Supremo disse que foi golpe, um absurdo”, declarou.
Gilberto Kassab, presidente do PSD, também participou do debate e reiterou seu apoio à anistia, embora enfrente resistência entre bolsonaristas. O PSD, que possui 45 deputados federais, discute a proposta, mas deixa a bancada livre para decidir. A questão da anistia não foi pauta na última reunião da bancada, mas continua sendo um tema relevante nas conversas políticas.
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