- Claudia Sheinbaum liderará o Grito de Independência do México no dia 15 de setembro de 2024.
- Ela será a primeira mulher a conduzir a cerimônia, que ocorrerá no Zócalo, a principal praça do país.
- Para a ocasião, a presidenta usará uma banda presidencial feita sob medida pela Secretaria de Defesa Nacional.
- Este evento marca o 115º aniversário do início da luta pela independência e simboliza um avanço na representação feminina no poder político.
- Sheinbaum, que tem popularidade superior a 70%, também liderará um desfile militar no dia seguinte, em celebração ao Dia da Independência.
Claudia Sheinbaum fará história ao liderar o Grito de Independência do México, no dia 15 de setembro de 2024. Ela se tornará a primeira mulher a conduzir a cerimônia, que ocorrerá no Zócalo, a principal praça do país. Este evento marca o 115º aniversário do início da luta pela independência, simbolizando um avanço na representação feminina no poder político.
Para a ocasião, a presidenta usará uma banda presidencial feita sob medida, elaborada pela Secretaria de Defesa Nacional. O design da peça inclui a escolha cuidadosa de tecidos e o bordado manual do escudo nacional, refletindo a importância do evento. Sheinbaum, que se apresenta como “presidenta com ‘a'” e “comandanta” das Forças Armadas, expressou seu entusiasmo, afirmando que “pela primeira vez, uma mulher vai dar o Grito, é bastante inovador.”
A cerimônia do Grito de Dolores, que remete ao chamado à insurreição feito por Miguel Hidalgo em 1810, foi tradicionalmente dominada por homens. A participação de Sheinbaum representa um marco na luta pela igualdade de gênero no México. O historiador Lorenzo Meyer destacou que este momento reforça a ideia de que “o gênero não importa” nas esferas de poder.
Com uma popularidade superior a 70%, Sheinbaum ensaiou os passos para o Grito, que considera um ato emotivo e fundamental. No dia seguinte, ela liderará um desfile militar em celebração ao Dia da Independência, seguindo os passos de Hidalgo. A cerimônia, embora simples, carrega um simbolismo profundo, abrindo espaço para a presença feminina em eventos históricos do país.
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