- O ex-presidente Jair Bolsonaro foi condenado pelo Supremo Tribunal Federal (STF) a 27 anos e 3 meses de prisão por tentativa de golpe de Estado após as eleições de 2022.
- A condenação gerou debates sobre a imparcialidade do tribunal.
- A porta-voz da Casa Branca, Karoline Leavitt, compartilhou uma coluna do The Wall Street Journal que critica a decisão, alegando que o STF praticou lawfare contra Bolsonaro.
- O secretário de Estado americano, Marco Rubio, anunciou que novas medidas contra o Brasil estão sendo consideradas em resposta à condenação.
- Leavitt havia afirmado anteriormente que o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, poderia usar poder econômico e militar para proteger a liberdade de expressão em outros países.
O ex-presidente Jair Bolsonaro foi condenado pelo Supremo Tribunal Federal (STF) a 27 anos e 3 meses de prisão por tentativa de golpe de Estado após as eleições de 2022. A decisão gerou intensos debates sobre a imparcialidade do tribunal.
A porta-voz da Casa Branca, Karoline Leavitt, compartilhou uma coluna do The Wall Street Journal que critica a condenação. A coluna, escrita por Mary Anastasia O’Grady, alega que o STF praticou lawfare contra Bolsonaro, destacando que o tribunal estava ideologicamente inclinado contra ele. O’Grady menciona que o ministro Alexandre de Moraes, que presidiu o caso, e outros ministros, como Flávio Dino e Cristiano Zanin, votaram pela condenação.
Leavitt postou a coluna no dia em que o secretário de Estado americano, Marco Rubio, anunciou que novas medidas contra o Brasil poderiam ser implementadas em resposta à condenação de Bolsonaro. Em uma entrevista à Fox News, Rubio afirmou que as ações estão sendo consideradas e devem ser anunciadas na próxima semana.
Na semana anterior, Leavitt havia declarado que o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, não hesitaria em usar o poder econômico e militar para proteger a liberdade de expressão em outros países, referindo-se a ações contra redes sociais e processos judiciais envolvendo políticos de direita no Brasil e na Europa.
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