- O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, anunciou avanços nas negociações comerciais com a China durante um encontro em Madri, no dia quatorze de setembro.
- As discussões incluem a rede social TikTok, que deve vender seus ativos nos EUA até quarta-feira.
- Trump afirmou que a China está pagando tarifas elevadas, refletindo a tensão entre os dois países.
- O secretário do Tesouro dos EUA, Scott Bessent, e o vice-primeiro-ministro da China, He Lifeng, participaram das conversas, que também abordaram o impasse comercial.
- Trump criticou a Europa por continuar a importar petróleo da Rússia e sugeriu que as sanções devem ser mais rigorosas.
O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, anunciou que as negociações comerciais com a China estão avançando durante um encontro realizado em Madri, neste domingo, 14. Ele destacou que as discussões incluem a rede social TikTok, que deve se desfazer de seus ativos nos EUA até esta quarta-feira. Trump afirmou que “a China está pagando muito em tarifas”, refletindo a tensão contínua entre as duas potências.
O secretário do Tesouro norte-americano, Scott Bessent, e o vice-primeiro-ministro chinês, He Lifeng, estiveram presentes nas conversas, que abordaram também o impasse comercial entre Washington e Pequim. Trump criticou a Europa por continuar a importar petróleo da Rússia, sugerindo que as sanções não são suficientemente rigorosas. “Estou disposto a implementar sanções, mas eles [Europa] terão que endurecer suas sanções de acordo com o que estou fazendo”, declarou.
Questões Regionais
Em relação à Venezuela, Trump expressou descontentamento com o que o país envia aos EUA, incluindo drogas e gangues. Ele mencionou que o governo dos EUA intensificou a presença militar no sul do Caribe para combater o tráfico de drogas.
Sobre o conflito em Gaza, Trump fez comentários breves, elogiando o Catar como um “ótimo aliado” dos EUA. A situação no Oriente Médio continua a ser uma preocupação, especialmente com a visita do secretário de Estado, Marco Rubio, a Israel e as reações de líderes árabes e muçulmanos ao ataque israelense.
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