- Ruy Ferraz Fontes, ex-delegado-geral da Polícia Civil de São Paulo, foi assassinado a tiros em Praia Grande no dia quinze de setembro.
- O crime ocorreu quando ele deixava a prefeitura, levantando suspeitas de vingança do Primeiro Comando da Capital (PCC).
- A investigação já identificou dois suspeitos, um deles com histórico criminal.
- O governador de São Paulo, Tarcísio de Freitas, criou uma força-tarefa para apurar o caso.
- Ruy, que tinha mais de quarenta anos de carreira na polícia, expressou preocupações sobre sua segurança semanas antes do assassinato.
Ruy Ferraz Fontes, ex-delegado-geral da Polícia Civil de São Paulo, foi assassinado a tiros na tarde de segunda-feira, 15, em Praia Grande, onde atuava como secretário de Administração. O crime, que ocorreu quando ele deixava a prefeitura, levanta suspeitas de vingança do Primeiro Comando da Capital (PCC) ou de reações de criminosos insatisfeitos com sua atuação.
A investigação já identificou dois suspeitos, um deles com histórico criminal, e o secretário da Segurança Pública, Guilherme Derrite, anunciou a criação de uma força-tarefa para elucidar o caso. Câmeras de segurança registraram a perseguição ao veículo de Ruy, que colidiu com um ônibus antes de ser atacado. O ataque foi considerado um atentado ousado, refletindo a força do crime organizado na região.
Ruy, de 68 anos, teve uma carreira de mais de 40 anos na polícia, sendo fundamental na prisão de líderes do PCC, incluindo Marcola. Ele expressou preocupações sobre sua segurança semanas antes do assassinato, revelando que vivia sem proteção. O governador Tarcísio de Freitas manifestou indignação e determinou que a polícia priorizasse a investigação.
As autoridades estão analisando as motivações por trás do crime, que podem incluir tanto a vingança do PCC quanto interesses locais relacionados à sua nova função na prefeitura. A morte de Ruy é um indicativo da crescente violência enfrentada por profissionais da segurança pública no Brasil, destacando a necessidade urgente de medidas de proteção para aqueles que atuam na linha de frente contra o crime organizado.
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