- O procurador-geral da República, Paulo Gonet, pediu ao Supremo Tribunal Federal (STF) a condenação de nove réus do núcleo 3 da suposta trama golpista durante o governo do ex-presidente Jair Bolsonaro.
- A petição foi apresentada em quinze de setembro e é parte da fase final antes do julgamento.
- Os réus incluem oito militares do Exército e um policial federal, acusados de crimes como organização criminosa armada e tentativa de abolição violenta do Estado Democrático de Direito.
- Gonet sugeriu a desclassificação da acusação contra o tenente-coronel Ronald Ferreira de Araújo Júnior, permitindo que ele busque um acordo para evitar condenação.
- As defesas têm quinze dias para apresentar alegações finais ao STF, após o que o relator do caso, ministro Alexandre de Moraes, deve liberar o processo para julgamento.
O procurador-geral da República, Paulo Gonet, solicitou ao Supremo Tribunal Federal (STF) a condenação de nove réus do núcleo 3 da suposta trama golpista que ocorreu durante o governo do ex-presidente Jair Bolsonaro. A petição foi apresentada nesta segunda-feira, 15, e marca a fase final antes do julgamento.
Os réus, que incluem oito militares do Exército e um policial federal, são acusados de crimes graves, como organização criminosa armada e tentativa de abolição violenta do Estado Democrático de Direito. Gonet também propôs a desclassificação da acusação contra o tenente-coronel Ronald Ferreira de Araújo Júnior, permitindo que ele busque um acordo para evitar condenação.
Entre os acusados estão figuras de destaque, como o coronel Bernardo Romão Correa Netto e o general Estevam Theophilo. Eles enfrentam acusações que incluem golpe de Estado e dano qualificado. A partir de agora, as defesas terão 15 dias para apresentar suas alegações finais ao STF, após o que o relator do caso, ministro Alexandre de Moraes, deve liberar o processo para julgamento.
Outros Núcleos
Até o momento, apenas o núcleo 1, que inclui Jair Bolsonaro e mais sete réus, foi condenado. Os núcleos 2 e 4 também estão programados para julgamento neste ano. O núcleo 5, que envolve o empresário Paulo Figueiredo, neto do ex-presidente da ditadura João Figueiredo, reside nos Estados Unidos e não apresentou defesa no processo.
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