- O médico Ricardo Jorge Vasconcelos Barbosa fez um comentário elogioso ao assassino de Charlie Kirk, ativista conservador assassinado em um evento na Universidade de Utah Valley em 12 de outubro.
- Após a repercussão negativa, Barbosa pediu desculpas à família de Kirk, alegando que sua declaração foi “infeliz” e “fora de contexto”.
- O vice-secretário dos Estados Unidos, Christopher Landeu, anunciou o pedido de cancelamento do visto de Barbosa.
- O Conselho Regional de Medicina de Pernambuco (Cremepe) abriu uma sindicância para investigar a conduta do médico, que também teve seu vínculo rompido com a clínica onde trabalhava.
- Barbosa relatou ter recebido ameaças de morte e afirmou que possui provas para denunciar os responsáveis. O caso de Charlie Kirk segue sob investigação pelo FBI.
O médico brasileiro Ricardo Jorge Vasconcelos Barbosa gerou polêmica ao fazer um comentário elogioso ao assassino de Charlie Kirk, ativista conservador morto a tiros durante um evento na Universidade de Utah Valley. O assassinato ocorreu no dia 12 de outubro e o atirador, Tyler Robinson, foi preso dias depois.
Após a viralização de sua postagem, Barbosa pediu desculpas à família de Kirk, afirmando que sua declaração foi “infeliz” e “divulgada fora de contexto”. Ele alegou que montagens e sobreposições de imagens distorceram o conteúdo original. Em suas redes sociais, escreveu: “um salve a este companheiro de mira impecável. Coluna cervical”, o que foi interpretado como apologia ao crime.
Consequências e Repercussão
O comentário provocou reações imediatas. O vice-secretário dos EUA, Christopher Landeu, anunciou o pedido de cancelamento do visto de Barbosa. Além disso, o Conselho Regional de Medicina de Pernambuco (Cremepe) abriu uma sindicância para investigar a conduta do médico. A clínica onde ele trabalhava decidiu romper o vínculo profissional.
Barbosa também relatou ter recebido ameaças de morte, afirmando que possui provas e que todas as pessoas responsáveis seriam denunciadas. O caso de Charlie Kirk, que foi assassinado com um tiro no pescoço, continua sob investigação pelo FBI, que encontrou cartuchos com inscrições provocativas, incluindo a canção antifascista italiana “Bella Ciao”.
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