- O ex-presidente Jair Bolsonaro foi condenado a 27 anos e 3 meses de prisão pelo Supremo Tribunal Federal (STF) por suposta liderança em uma tentativa de golpe de Estado em 2022.
- Ele e seu filho, Eduardo Bolsonaro, estão sob investigação por crimes como coação e obstrução de justiça.
- O ministro Alexandre de Moraes solicitou um relatório à Polícia Penal do Distrito Federal sobre a escolta de Bolsonaro após sua saída do Hospital DF Star, onde passou por um procedimento médico.
- Moraes questionou a falta de transporte imediato para a prisão domiciliar e pediu detalhes sobre a escolta, incluindo informações sobre o veículo e os agentes envolvidos.
- As investigações incluem ações de Eduardo Bolsonaro nos Estados Unidos, que teriam beneficiado seu pai, e a Procuradoria-Geral da República apontou que Bolsonaro seria o principal favorecido.
O ex-presidente Jair Bolsonaro foi condenado a 27 anos e 3 meses de prisão pelo Supremo Tribunal Federal (STF) por suposta liderança em uma tentativa de golpe de Estado em 2022. Ele e seu filho, Eduardo Bolsonaro, estão sob investigação por crimes relacionados, incluindo coação e obstrução de justiça.
Nesta segunda-feira (15), o ministro Alexandre de Moraes requisitou à Polícia Penal do Distrito Federal um relatório sobre a escolta de Bolsonaro após sua saída do Hospital DF Star, onde passou por um procedimento médico. O ex-presidente deixou o hospital por volta das 14h, mas permaneceu na entrada por cerca de cinco minutos, interagindo com apoiadores antes de ser transportado para casa.
Moraes questionou a ausência de um transporte imediato para a prisão domiciliar, solicitando informações detalhadas sobre a escolta, incluindo dados do veículo e dos agentes que acompanharam Bolsonaro. O secretário de Administração Penitenciária do DF e o coordenador da Polícia Penal já foram intimados a prestar esclarecimentos.
As investigações em torno de Bolsonaro e Eduardo incluem ações do deputado nos Estados Unidos, que teriam beneficiado o ex-presidente. A Procuradoria-Geral da República apontou que Bolsonaro seria o principal favorecido pelas atividades do filho. A condenação do ex-presidente, decidida pela Primeira Turma do STF, foi por maioria, refletindo a gravidade das acusações contra ele.
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