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Operação investiga ameaças a governador de Santa Catarina em troca de mensagens

Polícia Civil realiza operação contra ameaças ao governador Jorginho Mello e apreende celulares com mensagens de ataque

Operação policial cumpre mandados de busca e apreensão em Benedito Novo por ameaças ao governador Jorginho Mello (Foto: Reprodução)
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  • A Polícia Civil de Santa Catarina cumpriu cinco mandados de busca e apreensão contra suspeitos de ameaçar o governador Jorginho Mello.
  • A operação ocorreu em Santa Catarina, Paraíba e São Paulo.
  • As ameaças foram identificadas em um grupo de aplicativo de mensagens, onde se discutiu o uso de faca e coquetéis molotov contra o governador.
  • Quatro celulares foram apreendidos durante a ação, que foi autorizada pelo Ministério Público e pela Vara Regional de Garantias de Florianópolis.
  • O inquérito seguirá em andamento para esclarecer os fatos, em um contexto de crescente violência política.

A Polícia Civil de Santa Catarina realizou, neste sábado (13), uma operação que resultou no cumprimento de cinco mandados de busca e apreensão contra suspeitos de ameaçar o governador Jorginho Mello (PL). As ações ocorreram em Santa Catarina, Paraíba e São Paulo.

A operação foi desencadeada após a identificação de mensagens em um grupo de aplicativo de mensagens, onde um dos alvos mencionou um encontro com Mello em Benedito Novo. Em conversas subsequentes, os participantes discutiram o uso de uma faca e coquetéis molotov contra o governador. A situação foi detectada pelo departamento de inteligência da polícia na quinta-feira (11), levando à ação policial dois dias depois, com a autorização do Ministério Público e da Vara Regional de Garantias de Florianópolis.

Durante a operação, foram apreendidos quatro celulares, que continham as mensagens ameaçadoras. As buscas foram realizadas em diversas cidades, incluindo Campina Grande e Cabedelo, na Paraíba, e Matão e Álvares Machado, em São Paulo. Um dos investigados não foi encontrado.

A delegada Débora Jardim, coordenadora interina da Delegacia de Repressão a Crimes de Informática, afirmou que o inquérito seguirá em andamento para esclarecer todos os fatos, especialmente em um contexto de crescente violência política. Até o momento, Jorginho Mello não se manifestou sobre a operação, e as defesas dos alvos ainda não foram localizadas.

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