- O governador de São Paulo, Tarcísio de Freitas, retornará a Brasília nesta segunda-feira, 15, para negociar a anistia ao ex-presidente Jair Bolsonaro, condenado a 27 anos e 3 meses de prisão pelo Supremo Tribunal Federal.
- A proposta busca absolver Bolsonaro e outros envolvidos na tentativa de golpe de Estado.
- Líderes da oposição se reunirão esta semana para discutir estratégias para avançar a proposta, que enfrenta resistência do governo e do Congresso.
- O presidente do Partido Liberal, Valdemar Costa Neto, se encontrou com o presidente do Partido Social Democrático, Gilberto Kassab, que manifestou apoio, mas defendeu uma anistia não ampla.
- Tarcísio considera a anistia um “remédio político” e já afirmou que, se eleito presidente em 2026, concederá indulto a Bolsonaro.
O governador de São Paulo, Tarcísio de Freitas (Republicanos), retornará a Brasília nesta segunda-feira, 15, para intensificar as articulações em favor da anistia ao ex-presidente Jair Bolsonaro (PL), condenado a 27 anos e 3 meses de prisão pelo Supremo Tribunal Federal (STF). A proposta visa absolver Bolsonaro e outros envolvidos na tentativa de golpe de Estado.
Líderes da oposição se reunirão nesta semana para discutir estratégias que possam avançar a proposta, que enfrenta resistência tanto do governo quanto do Congresso. O presidente do PL, Valdemar Costa Neto, se encontrou com o presidente do PSD, Gilberto Kassab, que sinalizou apoio à pauta, embora tenha defendido uma anistia que não seja “ampla, geral e irrestrita”.
Sóstenes Cavalcante, líder do PL na Câmara, afirmou que aguarda a visita de Tarcísio a Brasília para destravar a votação da anistia. O governador já havia se reunido anteriormente com líderes do Centrão, buscando construir uma maioria favorável à proposta. A anistia é apoiada por siglas como PL, PP e União Brasil, enquanto o governo Lula e o presidente do Senado, Davi Alcolumbre, demonstram resistência.
Tarcísio, que já havia criticado o STF em um ato no dia 7 de setembro, considera a anistia um “remédio político” que promoveria a pacificação. Ele também manifestou que, se eleito presidente em 2026, seu primeiro ato seria conceder indulto a Bolsonaro. A proposta de anistia continua a gerar polêmica e divisões no cenário político atual.
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