- O ministro do Supremo Tribunal Federal, Alexandre de Moraes, pediu esclarecimentos à Polícia Penal do Distrito Federal sobre a ida do ex-presidente Jair Bolsonaro ao hospital.
- A visita ocorreu no dia 14 de setembro, quando Bolsonaro passou por procedimentos para remoção de lesões na pele no Hospital DF Star, em Brasília.
- Durante a saída, Bolsonaro foi filmado por seis minutos, com a presença de apoiadores.
- Moraes solicitou um relatório sobre a escolta, incluindo detalhes do veículo e dos agentes que acompanharam Bolsonaro, além da razão pela qual o transporte não foi imediato após a liberação médica.
- Bolsonaro cumpre prisão domiciliar desde agosto e teve autorização para atendimento médico em caráter emergencial, devendo justificar a saída em até 24 horas.
O ministro do Supremo Tribunal Federal, Alexandre de Moraes, solicitou esclarecimentos à Polícia Penal do Distrito Federal sobre a recente ida do ex-presidente Jair Bolsonaro ao hospital. A visita ocorreu no último domingo, 14, quando Bolsonaro, que cumpre prisão domiciliar desde agosto, passou por procedimentos para remoção de lesões na pele no Hospital DF Star, em Brasília.
Durante a saída do hospital, o ex-presidente foi filmado por cerca de seis minutos, enquanto médicos detalhavam seu estado de saúde. Apoiadores estavam presentes, demonstrando apoio e entoando gritos. Moraes determinou que a polícia apresentasse um relatório sobre a escolta, incluindo informações sobre o veículo utilizado, os agentes que acompanharam Bolsonaro e a razão pela qual o transporte não foi feito imediatamente após a liberação médica.
A autorização para a saída de Bolsonaro foi concedida em caráter emergencial, conforme as diretrizes do STF, que permitem que o ex-presidente busque atendimento médico em situações emergenciais. Contudo, é exigido que as justificativas sejam apresentadas em até 24 horas após a saída.
Além disso, no dia 16 de setembro, Bolsonaro também foi atendido em um hospital particular após apresentar uma crise de vômitos e soluços. A ex-primeira-dama Michelle Bolsonaro o acompanhou, e a escolta foi realizada por policiais penais. A situação continua a gerar questionamentos sobre os protocolos de segurança e as condições de saúde do ex-presidente.
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