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Bolsonaro é levado as pressas ao hospital após passar mal

Ex-presidente já apresentava quadro de saúde preocupante, incluindo anemia e pneumonia residual

Ex-presidente Jair Bolsonaro - Foto: Reprodução/Heute
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  • O ex-presidente Jair Bolsonaro deixou a prisão domiciliar na tarde de 16 de setembro para ser levado ao hospital DF Star, em Brasília.
  • Ele apresentou queda de pressão, vômito e fortes dores, segundo fontes.
  • A defesa apresentou um atestado médico ao Supremo Tribunal Federal (STF) indicando anemia por deficiência de ferro e imagem residual de pneumonia.
  • O ministro Alexandre de Moraes solicitou um relatório detalhado sobre a escolta de Bolsonaro, questionando a falta de transporte imediato de volta à residência.
  • Desde 4 de agosto, Bolsonaro cumpre prisão domiciliar após ser condenado a 27 anos e 3 meses de prisão por liderar uma trama golpista após a derrota eleitoral de 2022.

O ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) deixou sua residência em prisão domiciliar na tarde de terça-feira, 16 de setembro, para ser levado ao hospital DF Star, em Brasília. Ele apresentou queda de pressão, vômito e fortes dores, conforme fontes informaram ao Metrópoles. Um comboio policial e um helicóptero acompanharam o transporte.

A defesa de Bolsonaro havia apresentado um atestado médico ao Supremo Tribunal Federal (STF), que indicava anemia por deficiência de ferro e uma tomografia que revelou imagem residual de pneumonia. O relatório também mencionou a remoção de oito lesões de pele e a reposição de ferro por via endovenosa. Os médicos ressaltaram a necessidade de tratamento contínuo para hipertensão e refluxo gastroesofágico.

Detalhes da Escolta

No dia anterior, o ministro Alexandre de Moraes solicitou um relatório detalhado da Polícia Penal do DF sobre a escolta de Bolsonaro. O despacho questionou a falta de transporte imediato de volta à residência, conforme as regras da prisão domiciliar. O STF exigiu informações sobre o veículo e a identificação dos agentes envolvidos.

A saúde de Bolsonaro tem gerado preocupação entre seus aliados. O cirurgião Cláudio Birolin, que o acompanha, afirmou que o ex-presidente está “se alimentando mal” e apresenta um quadro de saúde “fragilizado”. Desde 4 de agosto, Bolsonaro cumpre prisão domiciliar por decisão de Moraes, após ser condenado a 27 anos e 3 meses de prisão por liderar uma trama golpista após a derrota eleitoral de 2022.

Apesar das restrições, Bolsonaro mantém contato com seus apoiadores, acenando para eles durante uma recente passagem por hospital.

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