- O ex-delegado-geral Ruy Ferraz Fontes foi assassinado, refletindo a escalada da violência no Brasil.
- Leonardo Carvalho, do Fórum Brasileiro de Segurança Pública, pediu que o Estado responsabilize os autores e mandantes do crime.
- Carvalho destacou a ousadia das facções criminosas, mencionando que a morte de Fontes é um sinal de diversificação nas operações dessas organizações.
- Ele comparou o caso a outro assassinato recente, o de Vinicius Gritzbach, que ocorreu em circunstâncias semelhantes.
- O Fórum lamentou a morte de Fontes e enfatizou a necessidade de uma resposta firme das autoridades.
O ex-delegado-geral Ruy Ferraz Fontes, reconhecido por sua atuação no combate a facções criminosas no Brasil, foi assassinado em um crime que reflete a escalada da violência no país. O pesquisador sênior do Fórum Brasileiro de Segurança Pública, Leonardo Carvalho, exigiu que o Estado responsabilize os autores e mandantes da execução.
Carvalho destacou a ousadia das facções, afirmando que a morte de Fontes é um sinal claro de que essas organizações estão diversificando suas operações. “Essa é a segunda execução com características semelhantes em pouco tempo, mostrando que não há preocupação em manter discrição”, afirmou. Ele se referiu ao caso de Vinicius Gritzbach, também assassinado em circunstâncias similares.
O especialista observou que esses crimes são planejados e executados com armas de grosso calibre, evidenciando um nível de organização crescente entre as facções. Carvalho ressaltou que a recente operação das forças de segurança na Faria Lima, um local de destaque, evidencia a capilaridade dessas organizações criminosas.
O Fórum Brasileiro de Segurança Pública lamentou a morte de Ruy Ferraz Fontes, ressaltando sua importância na investigação e responsabilização de líderes de facções. A nota enfatizou que a morte do ex-delegado não pode passar sem uma resposta firme das autoridades, que devem agir de maneira técnica e eficaz.
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