- O ministro do Supremo Tribunal Federal, Alexandre de Moraes, deu um prazo de cinco dias para a Procuradoria-Geral da República se manifestar sobre um pedido de investigação contra os deputados Eduardo Bolsonaro e Gustavo Gayer.
- O pedido foi protocolado pelo deputado Reimont, que acusa a dupla de disseminar informações falsas sobre o Banco do Brasil, relacionadas a sanções do governo de Donald Trump.
- Reimont alega que os parlamentares cometeram crimes contra a economia e a ordem econômica, além de associação criminosa.
- O deputado menciona um vídeo em que Eduardo afirma que o Banco do Brasil será cortado das relações internacionais, o que levaria à falência da instituição.
- O pedido inclui a abertura de um inquérito e medidas cautelares, como a suspensão de passaportes e a proibição de contato entre os investigados.
O ministro do Supremo Tribunal Federal, Alexandre de Moraes, estabeleceu um prazo de cinco dias para que a Procuradoria-Geral da República se manifeste sobre um pedido de investigação contra os deputados Eduardo Bolsonaro (PL-SP) e Gustavo Gayer (PL-GO). A solicitação foi feita pelo deputado Reimont (PT-RJ), que acusa a dupla de disseminar informações falsas sobre o Banco do Brasil, ligadas a sanções do governo de Donald Trump.
Na petição protocolada no STF, Reimont alega que os parlamentares praticaram crimes contra a economia e a ordem econômica, além de associação criminosa. As declarações em questão foram feitas em um contexto de alegações sobre possíveis punições ao Banco do Brasil, caso não respeitasse a Lei Magnitsky. O deputado petista destaca um vídeo em que Eduardo afirma que “o Banco do Brasil será cortado das relações internacionais, o que vai levá-lo à falência”.
Acusações e Consequências
Reimont também menciona uma declaração de Gayer, que instigou as pessoas a retirarem seus depósitos, afirmando que “Moraes vai quebrar o Brasil”. O deputado do PT argumenta que essas afirmações, consideradas manifestamente falsas, foram amplificadas nas redes sociais, gerando um clima de pânico financeiro.
O pedido de Reimont inclui a abertura de um inquérito e medidas cautelares, como a suspensão de passaportes e a proibição de contato entre os investigados. Além disso, Moraes está analisando outra representação do deputado Rui Falcão (PT-SP) contra o governador de São Paulo, Tarcísio de Freitas (Republicanos), por sua atuação em favor de um projeto de anistia aos envolvidos nos atos golpistas de 8 de janeiro. A PGR também tem um prazo de cinco dias para se manifestar sobre essa representação.
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