- Criminosos invadiram a galeria de mineralogia do Museu de História Natural de Paris na madrugada de segunda para terça-feira.
- Eles roubaram pepitas de ouro avaliadas em 600 mil euros (aproximadamente R$ 3,7 milhões).
- O furto é investigado como furto qualificado por quadrilha organizada.
- Os ladrões usaram ferramentas profissionais, como maçarico e cortador de ângulo, para acessar áreas restritas.
- O museu já havia sofrido um ataque cibernético em julho, que comprometeu seus sistemas de alarme.
Criminosos invadiram a galeria de mineralogia do Museu de História Natural de Paris, na madrugada de segunda para terça-feira, e roubaram pepitas de ouro avaliadas em 600 mil euros (aproximadamente R$ 3,7 milhões). O furto, que é tratado como furto qualificado por quadrilha organizada, foi descoberto por uma funcionária da limpeza na manhã seguinte.
Os ladrões demonstraram planejamento e utilizaram ferramentas profissionais, como um maçarico e um cortador de ângulo, para acessar áreas restritas do museu. Eles quebraram o vidro blindado e serraram uma porta de emergência para entrar na galeria. Ferramentas deixadas no local podem fornecer pistas valiosas para a investigação, que está a cargo da Brigada de Repressão ao Banditismo (BRB).
Além do valor financeiro, os itens roubados possuem um valor patrimonial e científico inestimável. Entre as peças subtraídas, destaca-se uma amostra de ouro nativo, considerada a primeira pepita descoberta na Guiana Francesa. A direção do museu enfatizou a importância desses objetos para a coleção nacional.
Este incidente ocorre em um contexto de vulnerabilidade, uma vez que o museu já havia sofrido um ataque cibernético em julho, que comprometeu seus sistemas de alarme. A instituição, famosa por suas coleções de geologia e mineralogia, decidiu reforçar a segurança e manter a galeria fechada ao público após o roubo. O caso levanta preocupações sobre a segurança de instituições culturais, especialmente após outros episódios de furto em museus europeus.
Entre na conversa da comunidade