- Milhares de manifestantes se reuniram em Londres no dia 18 de setembro para protestar contra a visita de Estado de Donald Trump ao Reino Unido.
- A manifestação foi organizada pela coalizão Stop Trump e contou com a presença de mais de 1.600 policiais para garantir a segurança.
- Os protestos expressaram descontentamento com Trump e o primeiro-ministro britânico, Keir Starmer, com críticas às políticas dos Estados Unidos e à situação em Israel.
- Durante o evento, oradores como Jeremy Corbyn e Zack Polanski incentivaram a mobilização e a rejeição das políticas de ódio.
- A presença de um balão inflável de Trump vestido de fralda e bandeiras palestinas simbolizou as demandas por justiça social e o fim da venda de armas a Israel.
Milhares de manifestantes se reuniram em Londres nesta quarta-feira, 18 de setembro, para protestar contra a visita de Estado de Donald Trump ao Reino Unido. A manifestação, organizada pela coalizão Stop Trump, ocorreu sob forte esquema de segurança, com mais de 1.600 policiais mobilizados para evitar confrontos.
Os protestos refletiram um descontentamento generalizado, não apenas em relação a Trump, mas também ao primeiro-ministro britânico, Keir Starmer. Os manifestantes exibiram cartazes com mensagens como “Trump, não é bem-vindo” e “Paremos a Trump”, além de críticas à postura de Starmer em relação às políticas dos Estados Unidos e à situação em Israel.
Críticas ao Governo Britânico
Durante a manifestação, muitos participantes acusaram Starmer de ser subserviente às políticas da administração americana. Um dos manifestantes, identificado como Stewart, afirmou que “temos um primeiro-ministro que age como um cão de guarda de Trump”. A insatisfação com o governo britânico foi um tema recorrente entre os protestos, que também abordaram questões sociais como mudanças climáticas e violência de gênero.
Os organizadores montaram um palco em Parliament Square, onde políticos e ativistas de esquerda se dirigiram aos presentes. Entre os oradores estavam figuras proeminentes como Jeremy Corbyn e Zack Polanski, que incentivaram a continuidade da mobilização. Polanski destacou a importância de “rejeitar as políticas de ódio” representadas por Trump.
Mobilização e Representações
A presença de um balão inflável de Trump vestido de fralda, que se tornou um símbolo em protestos anteriores, foi notada novamente. Os manifestantes também trouxeram bandeiras palestinas e levantaram questões sobre o genocídio em Gaza, exigindo que o Ocidente interrompesse a venda de armas a Israel.
Trump ficará em Windsor, no castelo de Carlos III, durante sua visita. O governo britânico tenta minimizar o impacto das manifestações, buscando que ele retorne a Washington com uma imagem positiva, em contraste com o profundo descontentamento que sua presença provoca entre os britânicos, conforme indicam pesquisas de opinião.
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