- Na quarta-feira, 17 de outubro, a Câmara dos Deputados aprovou a urgência do projeto de lei que propõe anistia a condenados do 8 de Janeiro, com 311 votos favoráveis.
- Dentre os apoiadores, 181 votos vieram de partidos que ocupam ministérios no governo Lula, como PP, MDB e PSD.
- A votação contou com a participação de partidos aliados, incluindo 43 votos do PP, 21 do MDB, 40 do Republicanos, 49 do União Brasil e 28 do PSD.
- PT, PSOL, PDT, PSB e Rede, que também têm ministros no governo, não apoiaram a medida.
- O deputado Paulinho da Força (Solidariedade-SP) foi designado relator do projeto, que deve ser debatido em Plenário nos próximos dias, com conclusão prevista em até duas semanas.
Na quarta-feira, 17 de outubro, a Câmara dos Deputados aprovou a urgência do projeto de lei que propõe anistia a condenados do 8 de Janeiro, com 311 votos favoráveis. Dentre os apoiadores, 181 votos vieram de partidos que ocupam ministérios no governo Lula, como o PP, MDB e PSD.
A votação contou com a participação significativa de partidos aliados, sendo 43 votos do PP, 21 do MDB, 40 do Republicanos, 49 do União Brasil e 28 do PSD. Em contrapartida, legendas como PT, PSOL, PDT, PSB e Rede, que também têm ministros no governo, não apoiaram a medida. A aprovação da urgência permite que o projeto seja discutido diretamente em Plenário, acelerando sua tramitação.
O presidente da Câmara, Hugo Motta, anunciou o deputado Paulinho da Força (Solidariedade-SP) como relator do projeto. Em sua primeira declaração, o relator destacou que uma anistia ampla e irrestrita não está nos planos. A proposta, que recebeu 163 votos contrários e sete abstenções, deve ser debatida em Plenário nos próximos dias, com previsão de conclusão em até duas semanas.
A proposta de anistia já havia gerado polêmica anteriormente, e a votação atual reacende o debate sobre a viabilidade da medida. A discussão em Plenário será crucial para determinar o futuro do projeto e suas implicações políticas.
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