- Eli Cohen prestou depoimento à Comissão Parlamentar Mista de Inquérito (CPMI) do Instituto Nacional do Seguro Social (INSS).
- Ele afirmou ter recebido apoio do Partido Liberal (PL) para sua preparação, incluindo media training.
- Cohen acusou o presidente do INSS e outros altos funcionários de envolvimento em crimes relacionados ao sistema previdenciário.
- Ele destacou que as irregularidades não poderiam ocorrer sem o apoio de figuras-chave, como o presidente do INSS e um ministro da Previdência.
- As declarações de Cohen podem influenciar as investigações sobre fraudes e corrupção no INSS.
O advogado Eli Cohen prestou depoimento à CPMI do INSS, revelando que recebeu apoio do PL para sua preparação, incluindo sessões de media training. Durante sua fala, ele fez acusações graves contra o presidente do INSS e outros altos funcionários, afirmando que “esse crime não poderia ter sido realizado se você não tivesse no seu bolso o presidente do INSS, todo o Departamento de Benefícios do INSS e, na minha opinião, um ministro da Previdência.”
Cohen destacou a importância do suporte recebido do partido, que enviou um especialista em comunicação ao seu escritório em pelo menos duas ocasiões. Essa preparação foi crucial para que ele pudesse expor as irregularidades que envolvem fraudes e corrupção no sistema previdenciário.
A CPMI investiga um esquema complexo de irregularidades que afeta o INSS, com foco em práticas ilícitas que envolvem tanto políticos quanto funcionários de alto escalão. As declarações de Cohen podem ter um impacto significativo nas investigações, uma vez que ele trouxe à tona nomes e cargos que, segundo ele, estão diretamente ligados aos crimes.
A revelação de Cohen se insere em um contexto mais amplo de apuração de fraudes no sistema previdenciário, que tem gerado preocupação entre os cidadãos e autoridades. A continuidade das investigações da CPMI será fundamental para esclarecer as denúncias e responsabilizar os envolvidos.
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