- O ministro da Secretaria de Comunicação Social, Sidônio Palmeira, afirmou que não há “gabinete do ódio” no governo Lula.
- Durante uma sessão na Câmara dos Deputados, ele negou irregularidades na nova licitação de R$ 98,3 milhões para comunicação digital.
- A nova licitação foi aberta em julho para contratar três empresas, após a revogação do edital anterior, que gerou uma crise por suspeitas de irregularidades.
- O Tribunal de Contas da União suspendeu o processo anterior, que tinha um valor de R$ 197,7 milhões para quatro empresas, mas depois liberou a continuidade.
- Sidônio destacou que a nova proposta é mais econômica e atende melhor às necessidades do governo, além de defender a regulação das redes sociais.
O ministro da Secretaria de Comunicação Social, Sidônio Palmeira, afirmou, nesta quarta-feira (17), que não existe um “gabinete do ódio” no governo Lula. Durante uma sessão conjunta das comissões de Comunicação e de Fiscalização Financeira e Controle da Câmara dos Deputados, ele negou irregularidades na nova licitação de publicidade, que totaliza R$ 98,3 milhões.
A nova licitação foi aberta em julho para contratar três empresas que gerenciarão a comunicação digital do governo, após a revogação do edital anterior, que havia gerado uma crise devido a suspeitas de irregularidades. O Tribunal de Contas da União suspendeu o processo anterior, que tinha um valor de R$ 197,7 milhões para quatro empresas, mas posteriormente liberou a continuidade do processo.
Sidônio explicou que a licitação anterior foi revogada pelo ex-ministro Paulo Pimenta e que, embora não tenha sido anulada, não foram identificadas irregularidades. Ele destacou que a nova proposta é mais econômica e atende melhor às necessidades do governo. “Fizemos uma nova pela metade do valor da licitação anterior”, afirmou.
Defesa da Comunicação
O ministro também foi questionado sobre a suposta existência de um gabinete do ódio no Palácio do Planalto, afirmando que todas as ações da Secom visam comunicar melhor as políticas públicas. Ele defendeu a regulação das redes sociais, ressaltando que o governo não é adversário das plataformas digitais. “Defendo a regulação, as plataformas já concordam com parte disso”, disse.
As declarações de Sidônio ocorreram em um contexto de crescente pressão política, especialmente de parlamentares da oposição, que questionam a transparência e a ética nas ações do governo. A nova licitação representa um esforço do governo Lula para restabelecer a confiança na gestão da comunicação pública.
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