- Jair Bolsonaro, ex-presidente do Brasil, foi condenado a 27 anos e 3 meses de prisão pelo Supremo Tribunal Federal.
- Ele foi internado no DF Star, em Brasília, após uma crise de soluços e vômitos, e diagnosticado com câncer de pele.
- A internação atraiu apenas um pequeno grupo de apoiadores, em contraste com o apoio massivo que Luiz Inácio Lula da Silva recebeu durante sua prisão.
- A presença de apoiadores foi escassa, com mais jornalistas do que manifestantes no local.
- A segurança em torno do ex-presidente é intensa, com restrições de acesso ao seu quarto e a presença da ex-primeira-dama Michelle Bolsonaro.
Jair Bolsonaro, ex-presidente do Brasil, foi condenado a 27 anos e 3 meses de prisão pelo Supremo Tribunal Federal, gerando reações polarizadas. Recentemente, ele foi internado no DF Star, em Brasília, após uma crise de soluços e vômitos, e diagnosticado com câncer de pele. Sua internação, no entanto, atraiu apenas um pequeno grupo de apoiadores, contrastando com o apoio massivo que Luiz Inácio Lula da Silva recebeu durante sua prisão.
A empresária Maria Cristina, 54 anos, estava entre os poucos apoiadores presentes, afirmando que a presença deles demonstrava o carinho por Bolsonaro. Contudo, a realidade era diferente, com mais jornalistas do que manifestantes no local. A ausência de uma multidão gerou questionamentos sobre o apoio ao ex-presidente, que já mobilizou grandes manifestações em seu favor.
A internação ocorreu sob forte esquema de segurança, com a Polícia Penal e a Polícia Militar do Distrito Federal garantindo a proteção do ex-presidente. O acesso ao quarto de Bolsonaro é restrito, e a ex-primeira-dama Michelle Bolsonaro está ao seu lado.
Os apoiadores presentes justificaram a baixa adesão com explicações que variam desde o medo de retaliações por parte do Supremo até a alegação de que era um dia útil e muitos estavam trabalhando. A motorista de aplicativo Rita Gonçalves, 53 anos, expressou que as pessoas sentem repressão e perseguições.
Em uma roda de oração, Maria Cristina denunciou o que chamou de “obra de macumbaria” da esquerda contra Bolsonaro, afirmando que o governo atual tem ligações com regimes autoritários. Enquanto isso, a vigilância em torno do ex-presidente continua intensa, refletindo a polarização política que marca o cenário brasileiro.
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