- Ruy Ferraz Fontes, ex-delegado-geral da polícia civil de São Paulo, foi assassinado em uma emboscada em Praia Grande.
- O crime ocorreu após ele deixar o trabalho na prefeitura, quando foi perseguido e baleado.
- A polícia prendeu um suspeito e busca outros três envolvidos, com indícios de ligação com o Primeiro Comando da Capital (PCC).
- A casa alugada pelos criminosos pertence ao irmão de um policial militar e foi usada para planejar o ataque.
- Fontes havia indiciado líderes do PCC e estava jurado de morte, com possíveis motivações ligadas a vingança ou interferência em contratos de licitação.
Ruy Ferraz Fontes, ex-delegado-geral da polícia civil de São Paulo, foi assassinado em uma emboscada em Praia Grande. O crime ocorreu após ele deixar o trabalho na prefeitura, quando foi perseguido e baleado por criminosos. Fontes, que tinha um histórico de combate ao PCC, foi alvo de disparos e seu carro foi prensado por um ônibus.
A polícia já prendeu um suspeito e busca outros três envolvidos no crime. A Secretaria da Segurança Pública (SSP) confirmou que a casa alugada pelos criminosos pertence ao irmão de um policial militar. O imóvel foi utilizado para planejar o ataque e um dos fuzis usados no crime foi encontrado em um saco azul, que estava com uma jovem presa na quinta-feira, 18.
O secretário da Segurança Pública de São Paulo, Guilherme Derrite, afirmou que não há dúvidas sobre o envolvimento do PCC no assassinato. Fontes havia indiciado líderes da facção no passado e estava jurado de morte. As investigações apontam duas possíveis motivações: vingança da facção ou interferência de Fontes em contratos de licitação na prefeitura que poderiam ter prejudicado criminosos.
As autoridades estão analisando as circunstâncias do crime e aguardam relatórios técnicos da perícia na casa onde os criminosos se esconderam. As investigações continuam em busca de mais informações sobre os mandantes e a logística do assassinato.
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