- O ministro de Finanças de Israel, Bezalel Smotrich, anunciou negociações com os Estados Unidos para discutir a divisão da Faixa de Gaza após o conflito com o Hamas.
- Smotrich afirmou que é necessário definir a repartição do território, destacando os investimentos feitos na guerra.
- Os planos incluem transformar Gaza em um centro turístico e financeiro, com a reubicação de gazatíes sendo considerada.
- Um documento vazado sugere que a administração Trump planeja ocupar Gaza por uma década e deslocar parte da população local, oferecendo incentivos financeiros para que gazatíes deixem suas terras.
- O governo israelense busca países dispostos a acolher gazatíes, mas até o momento, nenhum país aceitou oficialmente a proposta.
O ministro israelense de Finanças, Bezalel Smotrich, anunciou que está em negociações com os Estados Unidos para discutir a divisão da Faixa de Gaza após o conflito com o Hamas. Durante uma conferência em Tel Aviv, Smotrich afirmou que “investimos muito dinheiro nesta guerra” e que é necessário definir como será a repartição do território.
Os planos incluem a reestruturação da região, transformando Gaza em um centro turístico e financeiro. A ideia de reubicar gazatíes, que habitam a região, está sendo considerada. O presidente dos EUA, Donald Trump, já havia mencionado a possibilidade de transformar Gaza em um destino turístico à beira-mar, o que gerou apoio entre líderes israelenses.
Um documento vazado sugere que a administração Trump planeja ocupar Gaza por uma década, com a intenção de deslocar uma parte significativa da população gazatí. O projeto visa criar um “paraíso de finanças e turismo”, utilizando tecnologia avançada. A proposta inclui incentivos financeiros para que gazatíes deixem suas terras, oferecendo 5.000 dólares e subsídios para aluguel em novos países.
Nos últimos meses, o governo israelense tem buscado países dispostos a receber gazatíes. Relatos indicam que o Mossad foi instruído a encontrar nações que aceitem grandes quantidades de palestinos. A situação permanece incerta, com nenhum país ainda aceitando oficialmente a proposta de reubicação. Destinos como Etiópia, Indonésia e Uganda foram mencionados como possíveis acolhedores.
Entre na conversa da comunidade