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Advogada é morta a tiros em Belo Horizonte após gravar vídeo de alerta

Imagens de segurança mostram homem armado disparando 22 vezes contra a advogada; polícia investiga veículo carbonizado relacionado ao crime

Advogada criminalista é assassinada em Belo Horizonte, no bairro Ermelinda (Foto: Reprodução)
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  • A advogada criminalista Kamila Cristina Rodrigues dos Santos, de 32 anos, foi assassinada a tiros em Belo Horizonte, no bairro Ermelinda, na manhã de 22 de outubro.
  • O crime ocorreu por volta das 7h, quando um homem armado disparou 22 vezes contra a vítima, que estava próxima a um furgão amarelo.
  • A Polícia Civil encontrou cápsulas de munição de 9 milímetros no local e investiga um veículo carbonizado suspeito de estar relacionado ao assassinato.
  • O celular da advogada foi localizado a cerca de 7 quilômetros do local do crime.
  • A Ordem dos Advogados do Brasil (OAB) lamentou a morte de Kamila e anunciou a criação de uma comissão para acompanhar o inquérito.

A advogada criminalista Kamila Cristina Rodrigues dos Santos, de 32 anos, foi assassinada a tiros na manhã de segunda-feira, 22 de outubro, em Belo Horizonte, no bairro Ermelinda. O crime ocorreu por volta das 7h, quando a vítima estava próxima a um furgão amarelo, utilizado para entregas de chope. Imagens de câmeras de segurança mostram um homem armado descendo de um veículo e disparando 22 vezes contra Kamila antes de fugir.

A Polícia Civil ainda não identificou os responsáveis pelo crime nem a motivação por trás do ataque. Durante a investigação, foram encontradas cápsulas de munição de 9 milímetros no local. Além disso, um veículo carbonizado foi descoberto na região norte da cidade, e a polícia suspeita que ele esteja relacionado ao assassinato. O celular da advogada foi localizado a cerca de 7 quilômetros do local do crime.

Kamila atuava em diversas áreas do direito, incluindo criminal, civil, de família e trabalhista. A Ordem dos Advogados do Brasil (OAB) lamentou sua morte, classificando o ato como uma afronta à advocacia e ao Estado Democrático de Direito. O presidente da OAB-MG, Gustavo Chalfun, defendeu medidas urgentes de segurança para a categoria, incluindo discussões sobre o porte de armas e a equiparação com outras profissões jurídicas.

Antes de ser assassinada, Kamila havia publicado um vídeo nas redes sociais, onde mencionava estar em conflito, mas não revelou detalhes sobre a situação. O corpo da advogada foi encaminhado ao Instituto Médico Legal e liberado aos familiares na mesma noite. A OAB anunciou a criação de uma comissão para acompanhar o inquérito e garantir a responsabilização dos envolvidos.

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