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Casa Branca nega que Homan tenha recebido R$ 50 mil de agentes do FBI

A Casa Branca reafirma apoio a Tom Homan e critica investigação do FBI como tentativa de "armação" política contra ele

Tom Homan, Czar da Fronteira da Casa Branca, conversa com repórteres na entrada do West Wing em Washington, DC (Foto: Reprodução)
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  • A Casa Branca negou que Tom Homan, ex-czar da fronteira, tenha aceitado R$ 50 mil de agentes do FBI em um suposto suborno.
  • A porta-voz Karoline Leavitt afirmou que Homan “nunca recebeu o valor mencionado” e classificou as acusações como politicamente motivadas.
  • As alegações surgiram após reportagens da MSNBC e do New York Times, que indicaram que Homan teria aceitado o dinheiro em troca de promessas de ajudar agentes encobertos a obter contratos governamentais.
  • A investigação do FBI, que registrou a troca em gravações, foi suspensa após a posse de Donald Trump e encerrada recentemente.
  • Leavitt defendeu Homan como um aliado do presidente e acusou o Departamento de Justiça de tentar “armar” uma investigação contra ele.

A Casa Branca negou as alegações de que Tom Homan, ex-czar da fronteira, teria aceitado $50.000 de agentes do FBI em uma suposta operação de suborno. A porta-voz Karoline Leavitt afirmou que Homan “nunca recebeu o valor mencionado” e criticou as acusações como sendo politicamente motivadas.

As declarações surgiram após reportagens da MSNBC e do New York Times, que indicaram que Homan teria aceitado o dinheiro em troca de promessas de ajudar agentes encobertos a garantir contratos governamentais, caso Donald Trump fosse reeleito. A investigação do FBI, que registrou a troca em audiotape, foi suspensa após a posse de Trump e encerrada recentemente.

Leavitt defendeu Homan como um “dos principais aliados do presidente” e acusou o Departamento de Justiça de tentar “armar” uma investigação contra ele. A porta-voz reiterou o apoio da Casa Branca a Homan, afirmando que ele “não cometeu nenhum erro”.

A operação do FBI, que visava verificar se Homan cumpriria suas promessas, foi interrompida sem que houvesse evidências suficientes para levar o caso adiante. A situação levanta questões sobre a politicização das investigações e a relação entre o governo Biden e as agências de segurança.

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