- Ruy Ferraz Fontes, ex-delegado-geral da Polícia Civil de São Paulo, foi executado em uma emboscada na Praia Grande na noite de 15 de outubro.
- O crime ocorreu após um mês de monitoramento por criminosos, que usaram câmeras da prefeitura para planejar a ação.
- Imagens mostram Ruy sendo seguido por um veículo Logan branco e sendo atacado com disparos de fuzil.
- A polícia investiga duas linhas: sua atuação na prefeitura e uma possível vingança do Primeiro Comando da Capital (PCC).
- Quatro suspeitos foram presos e três estão foragidos; o sistema de monitoramento foi essencial para a investigação.
Ruy Ferraz Fontes, ex-delegado-geral da Polícia Civil de São Paulo, foi executado em uma emboscada na Praia Grande, litoral paulista, na noite de 15 de outubro. O crime ocorreu após um mês de monitoramento por parte de criminosos, que utilizaram um sistema de câmeras da prefeitura para planejar a ação.
Imagens divulgadas pelo programa Fantástico mostram os momentos finais de Ruy. Ele deixou seu cargo como secretário de Administração e, ao sair do prédio, foi seguido por um veículo Logan branco. Após passar pela catraca, Ruy foi surpreendido por disparos de fuzil enquanto tentava fazer uma curva. O ataque resultou em uma perseguição, onde ele colidiu com um ônibus e capotou. Os criminosos, em menos de 40 segundos, deixaram o local em um carro que foi posteriormente incendiado.
Linhas de Investigação
A polícia investiga duas linhas principais para o assassinato: a primeira relacionada à atuação de Ruy na prefeitura e a segunda, uma possível vingança do Primeiro Comando da Capital (PCC). Até o momento, quatro pessoas foram presas e três permanecem foragidas. O sistema de monitoramento da cidade, que conta com mais de 3 mil câmeras, foi crucial para rastrear os passos dos suspeitos.
O Logan branco utilizado na fuga circulava pela cidade há semanas, sempre nos dias em que Ruy estava em expediente. A polícia encontrou impressões digitais em um carro abandonado e em uma casa que teria servido de base para o grupo criminoso.
Detidos e Colaboração
A defesa de Willian Marques, um dos detidos, expressou surpresa com a prisão e afirmou que está disposta a colaborar com as investigações. O advogado de Rafael Dias Simões negou qualquer envolvimento de seu cliente no crime. As autoridades continuam em busca dos foragidos e investigam a motivação por trás do assassinato, que chocou a comunidade local e levantou preocupações sobre a segurança pública na região.
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