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Janja usará novamente casaco palestino na abertura da Assembleia da ONU

Janja Lula da Silva reafirma apoio à Palestina com casaco bordado, enquanto Lula critica ações de Israel e pede diálogo na ONU.

A primeira-dama Janja Lula da Silva usa um casaco com bordado típico da Palestina (Foto: Reprodução)
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  • A primeira-dama Janja Lula da Silva usará um casaco com bordado palestino na abertura da 80ª Assembleia Geral da Organização das Nações Unidas (ONU) em Nova York, nesta terça-feira, 23 de setembro.
  • O casaco foi um presente da Embaixada da Palestina no Brasil e já foi utilizado por ela no evento do ano passado, simbolizando apoio à causa palestina.
  • O presidente da República, Luiz Inácio Lula da Silva, criticou ações de Israel durante uma conferência paralela, chamando-as de “extermínio” do povo palestino.
  • Lula destacou o reconhecimento diplomático da Palestina por países como Reino Unido, Canadá, Austrália e Portugal, entre outros.
  • Ele também criticou a inércia do Conselho de Segurança da ONU e enfatizou a necessidade de uma solução pacífica para o conflito.

A primeira-dama Janja Lula da Silva usará um casaco com bordado palestino na abertura da 80ª Assembleia Geral da ONU, em Nova York, nesta terça-feira (23). A peça, um presente da Embaixada da Palestina no Brasil, já foi utilizada por ela no evento do ano passado, simbolizando apoio à causa palestina.

O gesto ocorre em um contexto de crescente reconhecimento diplomático da Palestina. Recentemente, países como Reino Unido, Canadá, Austrália e Portugal anunciaram a decisão de reconhecer o Estado palestino. França, Bélgica e Mônaco também se juntaram a essa iniciativa, evidenciando um movimento global em favor da Palestina.

Durante uma conferência paralela sobre a solução de dois Estados, o presidente Luiz Inácio Lula da Silva criticou as ações de Israel, descrevendo-as como um “extermínio” do povo palestino. Lula afirmou que a situação em Gaza representa uma tentativa de aniquilamento do sonho de nação dos palestinos. Ele destacou que tanto Israel quanto a Palestina têm direito à existência.

O presidente também criticou a inércia do Conselho de Segurança da ONU, mencionando que o conflito expõe “a tirania do veto”, que compromete a missão da organização de prevenir atrocidades. Lula enfatizou a necessidade de uma solução pacífica e duradoura para o conflito, ressaltando a importância do diálogo e do respeito mútuo entre as partes envolvidas.

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