- Ruy Ferraz Fontes, ex-delegado-geral da Polícia Civil de São Paulo, foi assassinado em 15 de setembro na Praia Grande, com um total de 63 disparos.
- O ataque ocorreu na Avenida Dr. Roberto de Almeida Vinhas e resultou em 29 perfurações no veículo da vítima.
- A polícia emitiu oito mandados de prisão e já deteve quatro suspeitos, incluindo Willian Marques e Dahesly Pires.
- Novas evidências, como impressões digitais, estão sendo analisadas em Mongaguá, e outros suspeitos, como Felipe Avelino, estão sob investigação.
- Fontes, que tinha 64 anos, era conhecido por seu trabalho no combate ao Primeiro Comando da Capital (PCC) e ocupava o cargo de secretário municipal de Administração após a aposentadoria.
Ruy Ferraz Fontes, ex-delegado-geral da Polícia Civil de São Paulo, foi assassinado em 15 de setembro na Praia Grande, em um ataque brutal que envolveu 63 disparos de diferentes armas. O crime, que ocorreu na Avenida Dr. Roberto de Almeida Vinhas, resultou em 29 perfurações no veículo em que ele estava. Fontes, que tinha 64 anos, era conhecido por sua atuação no combate ao PCC e, após sua aposentadoria, ocupava o cargo de secretário municipal de Administração.
As investigações, conduzidas pelo DHPP (Departamento de Homicídios e de Proteção à Pessoa), levaram à decretação de oito mandados de prisão. Até o momento, quatro suspeitos foram detidos, incluindo Willian Marques, que teria fornecido um fuzil utilizado no crime, e Dahesly Pires, que transportou a arma. Outros dois detidos são Rafael Simões, conhecido como Jaguar, e Luiz Henrique Santos Batista, o Fofão.
Novas Evidências e Suspeitos
A polícia está analisando novas evidências em Mongaguá, onde impressões digitais foram encontradas. Entre os procurados, Felipe Avelino, conhecido como Mascherano, e Flávio Ferreira de Souza também estão sendo investigados, pois seus DNAs foram identificados em veículos relacionados ao crime. A identidade do oitavo suspeito permanece em sigilo.
Fontes havia sido delegado-geral entre 2019 e 2022 e, durante sua carreira, enfrentou diversas ameaças devido ao seu trabalho contra o crime organizado. A Secretaria de Segurança Pública informou que laudos periciais ainda estão em elaboração e a busca por outros envolvidos no assassinato continua.
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