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STF define data para julgamento do ‘núcleo 4’ da tentativa de golpe

Julgamento inclui acusações graves como tentativa de golpe de Estado e organização criminosa armada, com sessões em outubro

Ministro Cristiano Zanin preside o 2º dia de julgamento da trama golpista na Primeira Turma do STF (Foto: Reprodução)
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  • O presidente da Primeira Turma do Supremo Tribunal Federal (STF), ministro Cristiano Zanin, agendou o julgamento de sete réus do “núcleo 4” da tentativa de golpe de Estado para os dias 14, 15, 21 e 22 de outubro.
  • Os réus, que incluem militares e ex-integrantes da Agência Brasileira de Inteligência (Abin), são acusados de crimes como organização criminosa e disseminação de notícias falsas.
  • As sessões ocorrerão em dois turnos nos dias 14 e 21, das 9h às 12h e das 14h às 18h; nos dias 15 e 22, o julgamento será apenas pela manhã, das 9h às 12h.
  • O relator do caso, ministro Alexandre de Moraes, definiu as datas após o cumprimento das diligências processuais e a apresentação das alegações finais pela Procuradoria-Geral da República (PGR) e pelos réus.
  • Os acusados enfrentam sérias acusações, incluindo tentativa de abolição violenta do Estado Democrático de Direito e participação em organização criminosa armada.

O presidente da Primeira Turma do Supremo Tribunal Federal (STF), ministro Cristiano Zanin, agendou o julgamento de sete réus do “núcleo 4” da tentativa de golpe de Estado para os dias 14, 15, 21 e 22 de outubro. Os acusados, que incluem militares e ex-integrantes da Agência Brasileira de Inteligência (Abin), são investigados por crimes como organização criminosa e disseminação de notícias falsas.

As sessões ocorrerão em dois turnos nos dias 14 e 21, das 9h às 12h e das 14h às 18h. Nos dias 15 e 22, o julgamento será apenas pela manhã, das 9h às 12h. O relator do caso, ministro Alexandre de Moraes, solicitou a definição das datas após o cumprimento de todas as diligências processuais e a apresentação das alegações finais pela Procuradoria-Geral da República (PGR) e pelos réus.

Os réus enfrentam sérias acusações, incluindo tentativa de abolição violenta do Estado Democrático de Direito, tentativa de golpe de Estado, participação em organização criminosa armada, dano qualificado e deterioração de patrimônio tombado. Entre os investigados estão Ailton Moraes Barros, ex-major do Exército; Ângelo Denicoli, major da reserva; Giancarlo Rodrigues, subtenente; Guilherme Almeida, tenente-coronel; Reginaldo Abreu, coronel; Marcelo Bormevet, agente da Polícia Federal; e Carlos Cesar Moretzsohn Rocha, presidente do Instituto Voto Legal.

A expectativa é que o STF defina as penas ou eventuais absolvições ainda este ano, em um processo que já resultou na condenação do ex-presidente Jair Bolsonaro e de aliados por envolvimento na trama golpista.

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