- Paula Coradi, presidenta do PSOL, teve seu visto dos EUA cancelado. O governo americano alegou ter “obtido informações” que a tornariam inelegível para entrar no país.
- O consulado baseou o cancelamento na seção 221(i) da Lei de Imigração e Nacionalidade, permitindo a revogação do visto mesmo após a emissão.
- Coradi classificou a decisão como um ataque ao trabalho do partido, não como um ataque pessoal. Ela destacou a atuação do PSOL em defesa da soberania do Brasil.
- O PSOL se solidarizou com Coradi e reafirmou seu compromisso com a defesa da democracia e da soberania nacional.
- O visto anterior de Coradi havia sido obtido em 2018. A solicitação de um novo documento foi feita após o extravio de seu passaporte, em preparação para uma viagem a Chicago em 2025.
Paula Coradi, presidenta do PSOL, teve seu visto dos EUA cancelado pelo governo americano. O consulado alegou ter “obtido informações” que a tornariam inelegível para entrar no país. Coradi repudiou a decisão, classificando-a como um ataque ao trabalho do partido. O PSOL também se manifestou, considerando a medida uma ação de “perseguição e intimidação”.
Visto Cancelado
A presidenta do PSOL, Paula Coradi, teve seu visto dos EUA cancelado pelo governo americano. O consulado alegou ter “obtido informações” que a tornariam inelegível para entrar no país. O cancelamento foi fundamentado na seção 221(i) da Lei de Imigração e Nacionalidade, que permite a revogação do visto mesmo após a emissão.
Repúdio e Solidariedade
Coradi classificou a medida como um ataque ao trabalho do partido. “Não vejo isso como um ataque pessoal, mas sim como um ataque ao PSOL por nossa atuação em defesa da soberania do Brasil”, declarou. O PSOL se solidarizou com Coradi e reafirmou seu compromisso com a defesa da democracia e da soberania nacional.
Contexto e Reações
O visto anterior de Coradi havia sido obtido em 2018. A solicitação de um novo documento foi feita após o extravio de seu passaporte com a autorização válida, em preparação para uma viagem a Chicago em 2025. O partido considerou a atitude do governo Trump uma ação de “perseguição e intimidação”. A embaixada dos Estados Unidos no Brasil não retornou as tentativas de contato.
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