- A Polícia Civil de São Paulo realizou uma operação contra o Primeiro Comando da Capital (PCC) e uma quadrilha de roubos a residências na manhã de sexta-feira, 26.
- A ação ocorreu em comunidades da Zona Oeste da capital e no interior do Estado, com a participação de mais de oitenta policiais.
- Foram cumpridos seis mandados de busca e apreensão e dois de prisão, resultando na captura de um suspeito em Itapetininga.
- O segundo alvo permanece foragido, e outro homem foi detido para averiguação; celulares foram recolhidos para perícia.
- A operação foi coordenada pelo Grupo Armado de Repressão a Roubos e Assaltos (Garra/Dope) e não está relacionada ao assassinato do ex-delegado-geral da Polícia Civil, Ruy Ferraz Fontes.
A Polícia Civil de São Paulo deflagrou na manhã desta sexta-feira (26) uma operação contra o Primeiro Comando da Capital (PCC) e uma quadrilha especializada em roubos a residências e mansões. A ação ocorreu em comunidades da Zona Oeste da capital e no interior do Estado, onde mobilizou mais de 80 policiais.
Foram cumpridos seis mandados de busca e apreensão e dois de prisão, com a captura de um suspeito em Itapetininga, apontado como integrante de uma quadrilha responsável por invasões a casas de alto padrão na região. O segundo alvo continua foragido, enquanto outro homem foi detido para averiguação e celulares recolhidos pela polícia passarão por perícia.
A operação foi conduzida pelo Grupo Armado de Repressão a Roubos e Assaltos (Garra/Dope), em apoio à Delegacia Seccional de Itapetininga. De acordo com a Secretaria da Segurança Pública (SSP), os mandados estão relacionados a investigações sobre roubos a residências e não têm ligação direta com o assassinato do ex-delegado-geral da Polícia Civil, Ruy Ferraz Fontes.
Ruy Ferraz, de 64 anos, foi morto a tiros em uma emboscada em 15 de setembro, no litoral paulista. A facção criminosa PCC é apontada pela SSP como responsável pela execução. Até agora, quatro suspeitos foram presos e outros quatro continuam sendo procurados. A força-tarefa do Garra/Dope afirma que novas prisões devem ocorrer nos próximos dias.
Fontes do Departamento de Homicídios e de Proteção à Pessoa (DHPP) confirmaram que as diligências sobre o homicídio do ex-delegado seguem em andamento, enquanto fontes oficiais apuram se o crime teria sido uma retaliação à sua trajetória no combate às facções ou à atuação recente dele como secretário municipal em Praia Grande.
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