- O Ministério das Relações Exteriores do Brasil exigiu a libertação imediata de 11 brasileiros detidos por Israel durante a interceptação de uma flotilha que tentava levar ajuda humanitária a Gaza.
- O governo brasileiro condenou a ação, considerando-a uma violação do direito internacional.
- O Itamaraty solicitou que Israel permita visitas da Embaixada aos detidos.
- A flotilha, chamada Global Sumud, tinha cerca de 50 embarcações e transportava 443 voluntários de 47 países, com os ativistas capturados em águas internacionais.
- O governo brasileiro notificou a chancelaria israelense sobre sua discordância, afirmando que a interceptação fere o direito internacional de liberdade de navegação e caracteriza a detenção ilegal de ativistas pacíficos.
O Ministério das Relações Exteriores do Brasil exigiu a libertação imediata de 11 brasileiros detidos por Israel durante a interceptação de uma flotilha que tentava levar ajuda humanitária a Gaza. O governo brasileiro condenou a ação, considerando-a uma violação do direito internacional.
Em nota divulgada nesta quinta-feira, dia 2 de outubro, o Itamaraty solicitou que Israel permita visitas da Embaixada aos detidos. A flotilha, conhecida como Global Sumud, é composta por cerca de 50 embarcações e transportava 443 voluntários de 47 países. Durante a operação, os ativistas foram capturados em águas internacionais, segundo informações da flotilha.
O governo brasileiro já notificou a chancelaria israelense sobre sua discordância em relação à ação. Para o Brasil, a interceptação fere o direito internacional de liberdade de navegação e caracteriza a detenção ilegal de ativistas pacíficos. A nota do Itamaraty destaca que operações humanitárias devem ser facilitadas e não obstruídas.
Detalhes dos Detidos
Entre os brasileiros detidos estão o ativista Thiago de Ávila e Silva Oliveira, a deputada federal Luizianne Lins (PT-CE) e a vereadora Mariana Conti (PSOL-SP). O governo brasileiro também enfatizou que Israel deve ser responsabilizado por qualquer ato ilegal contra a flotilha e seus participantes.
A interceptação ocorreu na noite de quarta-feira, dia 1º, e foi amplamente condenada pela comunidade internacional. O Ministério das Relações Exteriores de Israel afirmou que todos os passageiros estão em segurança e serão deportados para a Europa.
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