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Deputada do PT pode ser enviada para centro de detenção em Israel

A deputada federal Luizianne Lins (PT-CE) é transferida para centro de detenção em Ketsiot após interceptação da flotilha humanitária por Israel.

A deputada federal Luizianne Lins (PT-CE) • GUSTAVO BEZERRA
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  • A deputada federal Luizianne Lins (PT-CE) foi interceptada por militares israelenses durante uma flotilha humanitária com destino à Faixa de Gaza.
  • O incidente ocorreu na quarta-feira, 1º de outubro, e a parlamentar será transferida para um centro de detenção em Ketsiot, no sul de Israel.
  • Após a abordagem, ela e outros ativistas foram levados para embarcações militares e transportados para Ashdod, onde passaram por procedimentos migratórios.
  • Os detidos puderam assinar um termo para deixar o país e serão acomodados em voos comerciais quando o aeroporto internacional Ben Gurion retomar suas atividades.
  • Aqueles que não assinarem o termo enfrentarão processo judicial e permanecerão detidos até a resolução de suas situações; o governo israelense estuda fretar aeronaves para facilitar a saída dos que concordarem em deixar Israel.

A deputada federal Luizianne Lins (PT-CE) foi interceptada por militares israelenses enquanto participava de uma flotilha humanitária com destino à Faixa de Gaza. O incidente ocorreu na quarta-feira, 1º de outubro, e a parlamentar deverá ser transferida para um centro de detenção em Ketsiot, no sul de Israel.

Após a abordagem, a deputada e outros ativistas foram retirados de seus barcos e levados para embarcações militares, sendo inicialmente transportados para Ashdod. Nesse local, os detidos passaram por procedimentos migratórios e tiveram a oportunidade de assinar um termo que permitiria sua saída do país. Aqueles que aceitarem o termo serão acomodados em voos comerciais assim que o aeroporto internacional Ben Gurion retomar suas atividades, atualmente suspensas devido ao Yom Kippur, feriado judaico.

Os ativistas que optarem por não assinar o termo enfrentarão um processo judicial local e permanecerão detidos até a resolução de suas situações. De acordo com fontes diplomáticas israelenses, o governo está considerando fretar aeronaves para facilitar a saída dos que concordarem em deixar Israel, em resposta à grande quantidade de detidos. O tratamento recebido por Luizianne Lins é semelhante ao de outros ativistas que foram interceptados.

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