- O Tribunal de Justiça do Espírito Santo (TJES) elegeu a desembargadora Janete Vargas Simões como a primeira mulher presidente, para o biênio 2026-2027.
- A votação ocorreu em sessão secreta no dia 2 de outubro e foi unânime, representando uma mudança significativa na liderança da Corte.
- O desembargador Fernando Zardini Antônio foi escolhido como vice-presidente e o desembargador Ewerton Schwab Pinto Júnior assumirá a corregedoria geral da Justiça.
- As novas lideranças do TJES tomarão posse em dezembro, refletindo um novo cenário na administração do tribunal.
- Também foram eleitas as lideranças do Tribunal Regional Eleitoral do Espírito Santo (TRE-ES), com Namyr Carlos de Souza Filho como presidente e Arthur José Neiva de Almeida como vice-presidente e corregedor. A posse no TRE-ES será em sessão solene, com data a ser confirmada.
O Tribunal de Justiça do Espírito Santo (TJES) fez história ao eleger a desembargadora Janete Vargas Simões como sua primeira mulher presidente, durante o biênio 2026-2027. A votação ocorreu em sessão secreta na tarde de 2 de outubro e foi unânime. Este marco representa uma mudança significativa na liderança da Corte, que até então era predominantemente masculina.
Além de Janete, outros cargos importantes foram preenchidos. O desembargador Fernando Zardini Antônio foi escolhido como vice-presidente, enquanto o desembargador Ewerton Schwab Pinto Júnior assume a corregedoria geral da Justiça. Essas mudanças refletem um novo cenário na administração do TJES, que se prepara para a posse dos eleitos em dezembro.
Novas Direções no TRE-ES
Na mesma sessão, também foram definidas as lideranças do Tribunal Regional Eleitoral do Espírito Santo (TRE-ES). O desembargador Namyr Carlos de Souza Filho foi eleito presidente, com Arthur José Neiva de Almeida como vice-presidente e corregedor. A posse dos novos dirigentes do TRE-ES ocorrerá em uma sessão solene, com data ainda a ser confirmada.
Essas eleições marcam um passo importante para a inclusão de mulheres em posições de liderança no Judiciário capixaba, um reflexo das mudanças sociais e da luta por igualdade de gênero nas instituições.
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